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Produz atualmente 19 variedades com volumes comercias de sementes de soja, que se adaptam a todos os níveis de fertilidade do solo, resistência e/ou tolerância aos Nematóides de Cisto e Galha, com ampla adaptabilidade às regiões do Centro-Oeste. 

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Produtor
Município
Área plantada (ha)
Produtividade (sc/ha)
75I77RSF IPRO(ULTRA)
75I77RSF IPRO(ULTRA)
ELTON ZANELLA
Campos de Júlio
289.00
83.01
75I77RSF IPRO(ULTRA)
75I77RSF IPRO(ULTRA)
CLAUDINEI BALABAM
Cerejeiras
63.00
81.30
8473RSF (DESAFIO)
8473RSF (DESAFIO)
CLAUDINEI BALABAM
Cerejeiras
97.00
80.70
8473RSF (DESAFIO)
8473RSF (DESAFIO)
MARCELO VENDRUSCULO
Cerejeiras
50.00
80.70
75I77RSF IPRO(ULTRA)
75I77RSF IPRO(ULTRA)
GILBERTO GAUZE
Cerejeiras
20.00
79.00
8473RSF (DESAFIO)
8473RSF (DESAFIO)
TECA FLORESTAL
Nova Canaã do Norte
387.61
78.83
75I77RSF IPRO(ULTRA)
75I77RSF IPRO(ULTRA)
HEREMESON BIANOR DE ARRUDA
VITORIA DA UNIÃO
2.90
77.90
8473RSF (DESAFIO)
8473RSF (DESAFIO)
Produtor
JOÃO CARLOS Z PARISE
Município
Canarana
Área plantada (ha)
86.00
Produtividade (sc/ha)
75.00
8579RSF IRPO (BÔNUS)
8579RSF IRPO (BÔNUS)
Produtor
RODRIGO SIVERIS
Município
Brasnorte
Área plantada (ha)
204.00
Produtividade (sc/ha)
71.40
Produtor
RODRIGO SIVERIS
Município
Brasnorte
Área plantada (ha)
9.00
Produtividade (sc/ha)
70.70
Produtor
TECA FLORESTAL
Município
Nova Canaã do Norte
Área plantada (ha)
53.54
Produtividade (sc/ha)
76.46
75I77RSF IPRO(ULTRA)
75I77RSF IPRO(ULTRA)
Produtor
MARCELO VENDRUSCULO
Município
Cerejeiras
Área plantada (ha)
80.00
Produtividade (sc/ha)
75.00
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Somos uma das maiores empresas produtoras de semente de soja do Brasil.

Atuando no mercado de sementes de soja há mais de 34 anos, a Petrovina Sementes, fundada por Carlos Ernesto Augustin, posiciona-se hoje como uma das maiores empresas sementeira do Brasil, oferecendo aos seus clientes diferentes variedades que se adaptam aos mais diversos níveis de fertilidade de solo em diferentes regiões.

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, nesta quarta-feira (12), o 8º levantamento da safra 2020/2021 de grãos. Neste ciclo a produção nacional vai alcançar 271,7 milhões de toneladas, um aumento de 5,7% ou 14,7 milhões de toneladas superior ao produzido em 2019/20.O desempenho histórico é puxado pela soja e um aumento do milho total maior do que o estimado anteriormente. A previsão para área plantada é de crescimento de 4,1% ou 2,7 milhões de hectares, alcançando 68,6 milhões de hectares. Os destaques são para a soja, com aumento de 4,2% ou 1,6 milhão de hectares, e para o milho segunda safra com ganho de 8,8%, correspondendo a 1,2 milhão de hectares.Na oleaginosa o país assegura o título de maior produtor mundial. A produção recorde deve ser de 135,4 milhões de toneladas, avanço de 8,5% ou 10,6 milhões de toneladas superior à da safra passada.Para o milho a produção total está estimada em 106,4 milhões de toneladas, crescimento é de 3,7% sobre a produção de 2019/20. São produzidas 24,7 milhões de toneladas na primeira safra, com previsão de 79,8 milhões na segunda safra e 1,9 milhão na terceira safra.Para os demais grãos alguns aumentaram a produção. O algodão tem um total estimado em 6 milhões de toneladas para o caroço, correspondendo a 2,4 milhões de toneladas de pluma. Já o arroz marca 11,6 milhões de toneladas, com aumento de 3,9% frente ao volume produzido na safra anterior. Desses, 10,7 milhões de toneladas provêm de cultivos irrigados e 900 mil toneladas do sistema de sequeiro. O feijão reduz 3,6% no acumulado das três safras, totalizando 3,1 milhões de toneladas. E para o amendoim, há um crescimento de 7,1% na produção em comparação com a obtida em 2019/20, alcançando cerca de 597 mil toneladas. Situação das lavouras: A situação das culturas de primeira safra, com exceção do milho e arroz, está no encerramento da colheita. Para as de segunda safra, caso do feijão, predominam os estádios de floração e enchimento de grãos. Já quanto ao milho segunda safra, em face do atraso na semeadura, mas com um percentual significativo de desenvolvimento vegetativo e floração, a cultura dependerá das condições climáticas. O maior impacto é notado no Paraná que passa por problemas climáticos. Em abril o Estado previa colher 13,4 milhões de toneladas na safrinha e em maio a previsão caiu para 12,4 milhões de toneladas. Safra de inverno;As culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) estão em início de plantio. Especificamente para o trigo, estimativas preliminares indicam uma área de 2,5 milhões de hectares e produção de 6,6 milhões de toneladas.Mesmo com um volume ainda recorde, em comparação com a estimativa do mês passado, nota-se uma redução de 2,1 milhões de toneladas. A redução deve-se, sobretudo, ao retardamento da colheita da soja e, como consequência, o plantio de grande parte da área do milho segunda safra fora da janela ideal, aliado à baixa ocorrência de chuvas. Portanto, já há redução na produtividade esperada do cereal.O trigo, principal cultura da estação, tem previsão de 2,457 milhões de hectares, avanço de 4,9% e tem produção esperada de 6,639 milhões de toneladas, uma pequena redução em relação ao levantamento anterior de abril. O destaque fica por conta de Goiás onde a área deve crescer 138% (55 mil hectares) e a produção alta de 132% (de 92 para 214 mil toneladas).
Produção de grãos vai bater 271,7 milhões de toneladas
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, nesta quarta-feira (12), o 8º levantamento da safra 2020/2021 de grãos. Neste ciclo a produção nacional vai alcançar 271,7 milhões de toneladas, um aumento de 5,7% ou 14,7 milhões de toneladas superior ao produzido em 2019/20.O desempenho histórico é puxado pela soja e um aumento do milho total maior do que o estimado anteriormente. A previsão para área plantada é de crescimento de 4,1% ou 2,7 milhões de hectares, alcançando 68,6 milhões de hectares. Os destaques são para a soja, com aumento de 4,2% ou 1,6 milhão de hectares, e para o milho segunda safra com ganho de 8,8%, correspondendo a 1,2 milhão de hectares.Na oleaginosa o país assegura o título de maior produtor mundial. A produção recorde deve ser de 135,4 milhões de toneladas, avanço de 8,5% ou 10,6 milhões de toneladas superior à da safra passada.Para o milho a produção total está estimada em 106,4 milhões de toneladas, crescimento é de 3,7% sobre a produção de 2019/20. São produzidas 24,7 milhões de toneladas na primeira safra, com previsão de 79,8 milhões na segunda safra e 1,9 milhão na terceira safra.Para os demais grãos alguns aumentaram a produção. O algodão tem um total estimado em 6 milhões de toneladas para o caroço, correspondendo a 2,4 milhões de toneladas de pluma. Já o arroz marca 11,6 milhões de toneladas, com aumento de 3,9% frente ao volume produzido na safra anterior. Desses, 10,7 milhões de toneladas provêm de cultivos irrigados e 900 mil toneladas do sistema de sequeiro. O feijão reduz 3,6% no acumulado das três safras, totalizando 3,1 milhões de toneladas. E para o amendoim, há um crescimento de 7,1% na produção em comparação com a obtida em 2019/20, alcançando cerca de 597 mil toneladas. Situação das lavouras: A situação das culturas de primeira safra, com exceção do milho e arroz, está no encerramento da colheita. Para as de segunda safra, caso do feijão, predominam os estádios de floração e enchimento de grãos. Já quanto ao milho segunda safra, em face do atraso na semeadura, mas com um percentual significativo de desenvolvimento vegetativo e floração, a cultura dependerá das condições climáticas. O maior impacto é notado no Paraná que passa por problemas climáticos. Em abril o Estado previa colher 13,4 milhões de toneladas na safrinha e em maio a previsão caiu para 12,4 milhões de toneladas. Safra de inverno;As culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) estão em início de plantio. Especificamente para o trigo, estimativas preliminares indicam uma área de 2,5 milhões de hectares e produção de 6,6 milhões de toneladas.Mesmo com um volume ainda recorde, em comparação com a estimativa do mês passado, nota-se uma redução de 2,1 milhões de toneladas. A redução deve-se, sobretudo, ao retardamento da colheita da soja e, como consequência, o plantio de grande parte da área do milho segunda safra fora da janela ideal, aliado à baixa ocorrência de chuvas. Portanto, já há redução na produtividade esperada do cereal.O trigo, principal cultura da estação, tem previsão de 2,457 milhões de hectares, avanço de 4,9% e tem produção esperada de 6,639 milhões de toneladas, uma pequena redução em relação ao levantamento anterior de abril. O destaque fica por conta de Goiás onde a área deve crescer 138% (55 mil hectares) e a produção alta de 132% (de 92 para 214 mil toneladas).
No estado do Rio Grande do Sul, os produtores aumentam suas pedidas, pois já não se encontra milho abaixo dos R$ 102,00, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O cenário altista que se estabeleceu durante todo o mês fez com que as pedidas de produtores do Rio Grande do Sul se estabelecessem a níveis maiores em praticamente todas as regiões do Estado. Hoje, ao que levantamos com nossos correspondentes, já não há mais lotes abaixo de R$ 102,00, sendo que para a maioria das regiões, o preço é de R$ 105,00 por saca na venda”, comenta a consultoria. Em Santa Catarina foram vistas novas vendas no Meio-Oeste a R$ 104,00. “Os compradores de Santa Catarina parecem ter melhorado as indicações de preço no dia de hoje, sem que, no entanto, o Estado apresentasse um bom movimento de negócios.  Isso porquê as pedidas, que antes encontravam-se  na  faixa  de  108,00  no  oeste  e 107,00 no meio oeste, por exemplo, hoje encontram-se R$ 1,00 a R$ 2,00 por saca mais caras”, comenta. A colheita de verão do Paraná está praticamente concluída e o milho safrinha piora de qualidade, de acordo com o Departamento de Economia Rural do estado (Deral). “O Deral divulgou o relatório de plantio no Paraná, e o resultado das poucas chuvas já era esperado na previsão de seus especialistas:  as lavouras caíram de qualidade.  Segundo o órgão, 47% destas foram avaliadas como oas, sendo que o índice anterior apontava para 52%.  Em relação às lavouras médias, apontou-se 28%, e 25% foram relatadas como ruins. A safra de verão, segundo o mesmo, encontra-se 98% colhida, sendo que as únicas regiões que permanecem colhendo são União da Vitória (82%); Curitiba e Londrina (97%); e Guarapuava (99%)”, conclui.
Confira o panorama do milho no Brasil
No estado do Rio Grande do Sul, os produtores aumentam suas pedidas, pois já não se encontra milho abaixo dos R$ 102,00, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O cenário altista que se estabeleceu durante todo o mês fez com que as pedidas de produtores do Rio Grande do Sul se estabelecessem a níveis maiores em praticamente todas as regiões do Estado. Hoje, ao que levantamos com nossos correspondentes, já não há mais lotes abaixo de R$ 102,00, sendo que para a maioria das regiões, o preço é de R$ 105,00 por saca na venda”, comenta a consultoria. Em Santa Catarina foram vistas novas vendas no Meio-Oeste a R$ 104,00. “Os compradores de Santa Catarina parecem ter melhorado as indicações de preço no dia de hoje, sem que, no entanto, o Estado apresentasse um bom movimento de negócios.  Isso porquê as pedidas, que antes encontravam-se  na  faixa  de  108,00  no  oeste  e 107,00 no meio oeste, por exemplo, hoje encontram-se R$ 1,00 a R$ 2,00 por saca mais caras”, comenta. A colheita de verão do Paraná está praticamente concluída e o milho safrinha piora de qualidade, de acordo com o Departamento de Economia Rural do estado (Deral). “O Deral divulgou o relatório de plantio no Paraná, e o resultado das poucas chuvas já era esperado na previsão de seus especialistas:  as lavouras caíram de qualidade.  Segundo o órgão, 47% destas foram avaliadas como oas, sendo que o índice anterior apontava para 52%.  Em relação às lavouras médias, apontou-se 28%, e 25% foram relatadas como ruins. A safra de verão, segundo o mesmo, encontra-se 98% colhida, sendo que as únicas regiões que permanecem colhendo são União da Vitória (82%); Curitiba e Londrina (97%); e Guarapuava (99%)”, conclui.
Os futuros da soja na Bolsa de Chicago se recuperaram dos preços mais baixos durante a noite e ultrapassaram o limite psicológico de US$ 16,00/bu para atingir seu nível mais alto desde 2012, de acordo com informações da TF Agroeconômica. Esse fator foi apoiado por um mercado à vista apertado nos EUA e pelo posicionamento dos investidores antes do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quarta-feira. “Os contratos do primeiro mês de julho saltaram 2,1% no dia, sendo negociados a US $ 16,21/bu no fechamento de  Chicago,  enquanto  o  mercado  aguarda  o  primeiro relatório  do  Wasde,  que  incluirá  uma  previsão  para 2021/22, a ser divulgado na quarta-feira. Os futuros foram alimentados pelo apertado mercado à vista dos  EUA,  onde  a  demanda  permanece  muito robusta  e  as  ações  devem  ser  relatadas  em  baixa  no relatório de Wasde”, comenta a consultoria. A soja também continua ganhando força com o milho, já que a China continua ativa no mercado, com exportadores privados dos EUA relatando vendas de 680.000 toneladas de milho fresco para entrega em 2021/22. “Estimativas mais baixas para a safrinha brasileira de segunda safra também continuam  a  impulsionar  os  preços  do milho”, completa. “O dólar teve novo dia de volatilidade, operando sem firmar tendência. A ata do Copom sinalizando nova alta de juros em junho, mas reforçando a visão de ajuste parcial na Selic, fez as cotações subirem mais cedo. No início da tarde, porém, a moeda americana chegou a cair e testou os R$ 5,20, refletindo a melhora do Ibovespa e fluxo externo, segundo operadores. A divisa caiu ante pares fortes, mas subiu em relação a alguns emergentes, como o México, refletindo a alta dos juros longos americanos em meio a renovadas preocupações com a inflação nos Estados Unidos”, conclui.
Futuros violam US$ 16 / bu em Chicago
Os futuros da soja na Bolsa de Chicago se recuperaram dos preços mais baixos durante a noite e ultrapassaram o limite psicológico de US$ 16,00/bu para atingir seu nível mais alto desde 2012, de acordo com informações da TF Agroeconômica. Esse fator foi apoiado por um mercado à vista apertado nos EUA e pelo posicionamento dos investidores antes do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quarta-feira. “Os contratos do primeiro mês de julho saltaram 2,1% no dia, sendo negociados a US $ 16,21/bu no fechamento de  Chicago,  enquanto  o  mercado  aguarda  o  primeiro relatório  do  Wasde,  que  incluirá  uma  previsão  para 2021/22, a ser divulgado na quarta-feira. Os futuros foram alimentados pelo apertado mercado à vista dos  EUA,  onde  a  demanda  permanece  muito robusta  e  as  ações  devem  ser  relatadas  em  baixa  no relatório de Wasde”, comenta a consultoria. A soja também continua ganhando força com o milho, já que a China continua ativa no mercado, com exportadores privados dos EUA relatando vendas de 680.000 toneladas de milho fresco para entrega em 2021/22. “Estimativas mais baixas para a safrinha brasileira de segunda safra também continuam  a  impulsionar  os  preços  do milho”, completa. “O dólar teve novo dia de volatilidade, operando sem firmar tendência. A ata do Copom sinalizando nova alta de juros em junho, mas reforçando a visão de ajuste parcial na Selic, fez as cotações subirem mais cedo. No início da tarde, porém, a moeda americana chegou a cair e testou os R$ 5,20, refletindo a melhora do Ibovespa e fluxo externo, segundo operadores. A divisa caiu ante pares fortes, mas subiu em relação a alguns emergentes, como o México, refletindo a alta dos juros longos americanos em meio a renovadas preocupações com a inflação nos Estados Unidos”, conclui.
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