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Produz atualmente 19 variedades com volumes comercias de sementes de soja, que se adaptam a todos os níveis de fertilidade do solo, resistência e/ou tolerância aos Nematóides de Cisto e Galha, com ampla adaptabilidade às regiões do Centro-Oeste. 

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"Sou cliente da Petrovina faz 15 anos, até agora estou muito satisfeito com a empresa pela ótima qualidade da semente e também pela entrega que sempre me atende na data correta."

RESULTADOS
Petrovina Sementes gerando produtividade!
Cultivar
Produtor
Município
Área plantada (ha)
Produtividade (sc/ha)
DESAFIO (8473 RSF)
JOÃO CARLOS Z PARISE
Canarana
86.00
75.00
NA7337RR
MATEUS GOLDONI
Água Boa
18.00
92.30
BÔNUS (8579RSF IPRO)
RODRIGO SIVERIS
Brasnorte
204.00
71.40
M7739IPRO
RODRIGO SIVERIS
Brasnorte
9.00
70.70
M7739IPRO
TECA FLORESTAL
Nova Canaã do Norte
53.54
76.46
DESAFIO (8473 RSF)
Produtor
JOÃO CARLOS Z PARISE
Município
Canarana
Área plantada (ha)
86.00
Produtividade (sc/ha)
75.00
NA7337RR
Produtor
MATEUS GOLDONI
Município
Água Boa
Área plantada (ha)
18.00
Produtividade (sc/ha)
92.30
BÔNUS (8579RSF IPRO)
Produtor
RODRIGO SIVERIS
Município
Brasnorte
Área plantada (ha)
204.00
Produtividade (sc/ha)
71.40
M7739IPRO
Produtor
RODRIGO SIVERIS
Município
Brasnorte
Área plantada (ha)
9.00
Produtividade (sc/ha)
70.70
M7739IPRO
Produtor
TECA FLORESTAL
Município
Nova Canaã do Norte
Área plantada (ha)
53.54
Produtividade (sc/ha)
76.46
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Somos uma das maiores empresas produtoras de semente de soja do Brasil.

Atuando no mercado de sementes de soja há mais de 34 anos, a Petrovina Sementes, fundada por Carlos Ernesto Augustin, posiciona-se hoje como uma das maiores empresas sementeira do Brasil, oferecendo aos seus clientes diferentes variedades que se adaptam aos mais diversos níveis de fertilidade de solo em diferentes regiões.

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“Não antevemos grande apreciação do câmbio no curtíssimo prazo".“Exceto por um cenário de forte deterioração adicional em fatores comerciais e geopolíticos, a economia brasileira deve permanecer no grupo de emergentes mais resilientes durante a tempestade. Devido a um número de fatores, esperamos que a taxa cambial volte para um nível em torno de 3,80/USD para o final deste ano e do próximo”. A projeção é do estudo AgroInfo Q3 2019, publicado essa semana pelo Rabobank.A instituição financeira, especializada no agronegócio mundial, admite que se trata de uma estimativa que parece “bastante arriscada” no momento atual: “Não antevemos grande apreciação do câmbio no curtíssimo prazo. Contudo, vemos os fundamentos consistentes com uma erosão do prêmio a partir da segunda metade do 4T19 [quarto triestre de 2019]”.De acordo com o Rabobank, fatores globais como a escalada da guerra comercial entre EUA/China, além do temor de uma recessão global e a crise na Argentina, levaram os ativos brasileiros a uma tendência negativa neste 2S19 [segundo semestre de 2019].“Em nossa opinião, esse movimento de mercado contrasta com uma certa melhora no contexto doméstico, após a aprovação da reforma da previdência na Câmara dos Deputados (e contando com a expectativa de aprovação de um texto não muito ‘diluído’ no Senado em outubro)”, completa.Segundo avaliação que consta também no estudo AgroInfo Q3 2019, os fundamentos de curto prazo (e.g. dólar mais forte frente às moedas globais, em particular o yuan chinês, preços de commodities mais baixos) em parte explicam o movimento de alta na taxa cambial no Brasil.“Nossos modelos de taxa câmbio sugerem que fatores técnicos também podem ter tido sua parcela de contribuição. Isso significa que, apesar da baixa visibilidade atual, é possível que as incertezas globais tenham levado um aumento do prêmio de risco em alguns ativos brasileiros, especialmente no câmbio. Esta última, pode ter sido utilizada como ‘hedge’ para posições defensivas, tendo em vista piores expectativas para ativos de mercados emergentes em geral”, explica o banco.“Desta maneira, nossos modelos de valor justo – que associam variações de curto prazo do câmbio ao movimento de variáveis relacionadas às condições financeiras globais, às perspectivas das contas externas brasileiras e outros fundamentos domésticos – ainda vem apontando para uma taxa de câmbio em torno de 3,85/USD”, acrescenta.Pontos de Atenção, de acordo com o Rabobank:• Vemos riscos em ambas as direções para a taxa de câmbio.• Como risco altista, temos a possibilidade de uma desaceleração global mais intensa do que o esperado, uma escalada adicional nas tensões comerciais e geopolíticas entre EUA e China.• Como potenciais riscos baixistas, uma postura mais expansionista que o esperado pelos principais bancos centrais (liderados pelo FED) e a novos avanços na pauta de reformas econômicas e fiscais no Brasil.
Rabobank prevê Dólar a R$ 3,80 no final do ano:
“Não antevemos grande apreciação do câmbio no curtíssimo prazo".“Exceto por um cenário de forte deterioração adicional em fatores comerciais e geopolíticos, a economia brasileira deve permanecer no grupo de emergentes mais resilientes durante a tempestade. Devido a um número de fatores, esperamos que a taxa cambial volte para um nível em torno de 3,80/USD para o final deste ano e do próximo”. A projeção é do estudo AgroInfo Q3 2019, publicado essa semana pelo Rabobank.A instituição financeira, especializada no agronegócio mundial, admite que se trata de uma estimativa que parece “bastante arriscada” no momento atual: “Não antevemos grande apreciação do câmbio no curtíssimo prazo. Contudo, vemos os fundamentos consistentes com uma erosão do prêmio a partir da segunda metade do 4T19 [quarto triestre de 2019]”.De acordo com o Rabobank, fatores globais como a escalada da guerra comercial entre EUA/China, além do temor de uma recessão global e a crise na Argentina, levaram os ativos brasileiros a uma tendência negativa neste 2S19 [segundo semestre de 2019].“Em nossa opinião, esse movimento de mercado contrasta com uma certa melhora no contexto doméstico, após a aprovação da reforma da previdência na Câmara dos Deputados (e contando com a expectativa de aprovação de um texto não muito ‘diluído’ no Senado em outubro)”, completa.Segundo avaliação que consta também no estudo AgroInfo Q3 2019, os fundamentos de curto prazo (e.g. dólar mais forte frente às moedas globais, em particular o yuan chinês, preços de commodities mais baixos) em parte explicam o movimento de alta na taxa cambial no Brasil.“Nossos modelos de taxa câmbio sugerem que fatores técnicos também podem ter tido sua parcela de contribuição. Isso significa que, apesar da baixa visibilidade atual, é possível que as incertezas globais tenham levado um aumento do prêmio de risco em alguns ativos brasileiros, especialmente no câmbio. Esta última, pode ter sido utilizada como ‘hedge’ para posições defensivas, tendo em vista piores expectativas para ativos de mercados emergentes em geral”, explica o banco.“Desta maneira, nossos modelos de valor justo – que associam variações de curto prazo do câmbio ao movimento de variáveis relacionadas às condições financeiras globais, às perspectivas das contas externas brasileiras e outros fundamentos domésticos – ainda vem apontando para uma taxa de câmbio em torno de 3,85/USD”, acrescenta.Pontos de Atenção, de acordo com o Rabobank:• Vemos riscos em ambas as direções para a taxa de câmbio.• Como risco altista, temos a possibilidade de uma desaceleração global mais intensa do que o esperado, uma escalada adicional nas tensões comerciais e geopolíticas entre EUA e China.• Como potenciais riscos baixistas, uma postura mais expansionista que o esperado pelos principais bancos centrais (liderados pelo FED) e a novos avanços na pauta de reformas econômicas e fiscais no Brasil.
Em nota, a Fiesp e OCB informam que, desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, esse indicador vem subindo. O agronegócio brasileiro segue bastante confiante nas políticas públicas voltadas ao setor, apurou pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em conjunto com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).A pesquisa "Avaliação de Políticas Públicas para o Agronegócio" entrevistou, em setembro, 645 produtores rurais para apurar a tendência referente ao terceiro trimestre do ano. Deste universo, 65% deles - um recorde da série histórica - disseram "concordar ou concordar plenamente" que "o governo brasileiro valoriza o setor agropecuário".No trimestre anterior, 61% haviam respondido desta forma. O pior desempenho da série histórica, que se iniciou no primeiro trimestre de 2014, ocorreu no primeiro trimestre de 2015, quando apenas 4% diziam que o governo valorizava o setor. Em nota, a Fiesp e OCB informam que, desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, esse indicador vem subindo.Outro recorde de aprovação foi apurado na avaliação que o setor agropecuário faz do empenho do governo brasileiro em investir em infraestrutura e logística, como portos, rodovias e ferrovias para o escoamento da safra e da produção agropecuária.Nesta questão, 61% dos entrevistados concordaram ou concordaram plenamente que o governo está empenhado em investir nesses segmentos, ante 45% do trimestre - e do recorde - anterior, referente ao segundo trimestre de 2019, representando um salto de 16 pontos porcentuais."A série história orbitava entre 3% e 11% até o terceiro trimestre do ano passado", dizem Fiesp e OCB.As entidades lembram que estão em curso obras importantes, como a pavimentação da BR-163 entre o norte de Mato Grosso e o Porto de Miritituba (PA) e a concessão de terminais portuários e de um trecho de 1,5 mil quilômetros da Ferrovia Norte-Sul."Este é um forte indicativo de que o governo está em linha com os anseios do setor e empreende a importância do agronegócio para a economia e para a sociedade", diz o presidente da OCB, Marcio Lopes de Freitas.Um indicador que caiu em relação ao levantamento do segundo trimestre de 2019, mas continua alto em relação à série histórica, é o relativo à questão:"O Brasil está empenhado em investir na infraestrutura rural, como energia, telefone, internet e celular?" Dos 645 produtores agropecuários entrevistados, 38% avaliaram que sim, queda de dois pontos porcentuais ante o trimestre imediatamente anterior e igual nível em relação ao primeiro trimestre de 2019.A aprovação, entretanto, continua bem acima da média histórica, que oscilou, desde o primeiro trimestre de 2014, entre 9% (no pior trimestre - o segundo de 2017) e 26% no segundo trimestre de 2014. Ao avaliar os resultados da pesquisa e o otimismo do setor agropecuário em relação ao atual governo, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, observou que "o elevado nível de confiança deve se traduzir em mais investimentos, que contribuirão com a tão esperada retomada do crescimento da economia e com a geração de empregos".
Para agronegócio, governo valoriza setor e se empenha em resolver logística:
Em nota, a Fiesp e OCB informam que, desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, esse indicador vem subindo. O agronegócio brasileiro segue bastante confiante nas políticas públicas voltadas ao setor, apurou pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em conjunto com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).A pesquisa "Avaliação de Políticas Públicas para o Agronegócio" entrevistou, em setembro, 645 produtores rurais para apurar a tendência referente ao terceiro trimestre do ano. Deste universo, 65% deles - um recorde da série histórica - disseram "concordar ou concordar plenamente" que "o governo brasileiro valoriza o setor agropecuário".No trimestre anterior, 61% haviam respondido desta forma. O pior desempenho da série histórica, que se iniciou no primeiro trimestre de 2014, ocorreu no primeiro trimestre de 2015, quando apenas 4% diziam que o governo valorizava o setor. Em nota, a Fiesp e OCB informam que, desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, esse indicador vem subindo.Outro recorde de aprovação foi apurado na avaliação que o setor agropecuário faz do empenho do governo brasileiro em investir em infraestrutura e logística, como portos, rodovias e ferrovias para o escoamento da safra e da produção agropecuária.Nesta questão, 61% dos entrevistados concordaram ou concordaram plenamente que o governo está empenhado em investir nesses segmentos, ante 45% do trimestre - e do recorde - anterior, referente ao segundo trimestre de 2019, representando um salto de 16 pontos porcentuais."A série história orbitava entre 3% e 11% até o terceiro trimestre do ano passado", dizem Fiesp e OCB.As entidades lembram que estão em curso obras importantes, como a pavimentação da BR-163 entre o norte de Mato Grosso e o Porto de Miritituba (PA) e a concessão de terminais portuários e de um trecho de 1,5 mil quilômetros da Ferrovia Norte-Sul."Este é um forte indicativo de que o governo está em linha com os anseios do setor e empreende a importância do agronegócio para a economia e para a sociedade", diz o presidente da OCB, Marcio Lopes de Freitas.Um indicador que caiu em relação ao levantamento do segundo trimestre de 2019, mas continua alto em relação à série histórica, é o relativo à questão:"O Brasil está empenhado em investir na infraestrutura rural, como energia, telefone, internet e celular?" Dos 645 produtores agropecuários entrevistados, 38% avaliaram que sim, queda de dois pontos porcentuais ante o trimestre imediatamente anterior e igual nível em relação ao primeiro trimestre de 2019.A aprovação, entretanto, continua bem acima da média histórica, que oscilou, desde o primeiro trimestre de 2014, entre 9% (no pior trimestre - o segundo de 2017) e 26% no segundo trimestre de 2014. Ao avaliar os resultados da pesquisa e o otimismo do setor agropecuário em relação ao atual governo, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, observou que "o elevado nível de confiança deve se traduzir em mais investimentos, que contribuirão com a tão esperada retomada do crescimento da economia e com a geração de empregos".
Além da volta da China, também o dólar subiu forte, cerca de 1,50% nesta quinta-feira, além de Chicago.Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), os preços da soja no mercado físico brasileiro fecharam a quinta-feira (19.09) com preços médios da soja nos portos do Brasil sobre rodas para exportação subindo 0,15%, para a média nacional de R$ 85,50/saca. Isso reduziu as perdas acumuladas do mês para 3,41%, contra 3,56% do dia anterior.“Com a volta da China a comprar do Brasil os preços da soja voltaram a subir. Além da volta da China, também o dólar subiu forte, cerca de 1,50% nesta quinta-feira e Chicago subiu 0,70%, impulsionando a alta nos valores oferecidos pelos compradores nos portos brasileiros”, explica o analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Pacheco.No mercado físico os preços atingiram R$ 87,00/saca para 21 de novembro contra R$ 85,00/saca, do dia anterior, em Rio Grande. Já no mercado interno o preço subiu mais, cerca de 0,47%, para a média de R$ 79,69/saca, contra R$ 79,32/saca do dia anterior. Com isto o acumulado do mês de setembro no interior reduziu as perdas para 3,82% (3,57%). No mercado físico doméstico o preço em Passo Fundo subiu para R$ 81,40/saca, contra R$ 81,00/saca do dia anterior.“A China se afastou de novo dos EUA e voltou a comprar na América do Sul. Ontem foram dois cargos na Argentina (se bem que para safra nova), mas hoje foram 6 cargos do Brasil, para embarques agora, de soja disponível, com prêmios a +210X (5 cargos) e 1 cargo a +186X. Isto confirma a informação que a T&F transmitiu no início da semana de que os chineses estavam se distanciando dos EUA e voltando a focar na América do Sul”, explica PachecoCom isso os prêmios FOB da soja brasileira, embora tenham permanecido inalterados para Outubro, subiram 25 cents para Novembro. Já os prêmios de safra nova recuaram bastante, pressionados pelas vendas a prêmios negativos, feitas pela Argentina, anteontem.“Diante disso, os compradores reduziram os prêmios brasileiros em cerca de 5cents para fevereiro, 10 cents para março, 8 cents para abril, 5 cents para maio e 3 para junho e julho, embora os mantendo positivos”, conclui Pacheco.
China compra do Brasil e levanta preços:
Além da volta da China, também o dólar subiu forte, cerca de 1,50% nesta quinta-feira, além de Chicago.Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), os preços da soja no mercado físico brasileiro fecharam a quinta-feira (19.09) com preços médios da soja nos portos do Brasil sobre rodas para exportação subindo 0,15%, para a média nacional de R$ 85,50/saca. Isso reduziu as perdas acumuladas do mês para 3,41%, contra 3,56% do dia anterior.“Com a volta da China a comprar do Brasil os preços da soja voltaram a subir. Além da volta da China, também o dólar subiu forte, cerca de 1,50% nesta quinta-feira e Chicago subiu 0,70%, impulsionando a alta nos valores oferecidos pelos compradores nos portos brasileiros”, explica o analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Pacheco.No mercado físico os preços atingiram R$ 87,00/saca para 21 de novembro contra R$ 85,00/saca, do dia anterior, em Rio Grande. Já no mercado interno o preço subiu mais, cerca de 0,47%, para a média de R$ 79,69/saca, contra R$ 79,32/saca do dia anterior. Com isto o acumulado do mês de setembro no interior reduziu as perdas para 3,82% (3,57%). No mercado físico doméstico o preço em Passo Fundo subiu para R$ 81,40/saca, contra R$ 81,00/saca do dia anterior.“A China se afastou de novo dos EUA e voltou a comprar na América do Sul. Ontem foram dois cargos na Argentina (se bem que para safra nova), mas hoje foram 6 cargos do Brasil, para embarques agora, de soja disponível, com prêmios a +210X (5 cargos) e 1 cargo a +186X. Isto confirma a informação que a T&F transmitiu no início da semana de que os chineses estavam se distanciando dos EUA e voltando a focar na América do Sul”, explica PachecoCom isso os prêmios FOB da soja brasileira, embora tenham permanecido inalterados para Outubro, subiram 25 cents para Novembro. Já os prêmios de safra nova recuaram bastante, pressionados pelas vendas a prêmios negativos, feitas pela Argentina, anteontem.“Diante disso, os compradores reduziram os prêmios brasileiros em cerca de 5cents para fevereiro, 10 cents para março, 8 cents para abril, 5 cents para maio e 3 para junho e julho, embora os mantendo positivos”, conclui Pacheco.
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