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Produz atualmente 19 variedades com volumes comercias de sementes de soja, que se adaptam a todos os níveis de fertilidade do solo, resistência e/ou tolerância aos Nematóides de Cisto e Galha, com ampla adaptabilidade às regiões do Centro-Oeste. 

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Produtor
Município
Área plantada (ha)
Produtividade (sc/ha)
NA 7337RR
NA 7337RR
MATEUS GOLDONI
Água Boa
18.00
92.30
NA 7337RR
NA 7337RR
GERVASIO ZANELLA
Campos de Júlio
0.89
84.12
75I77RSF IPRO(ULTRA)
75I77RSF IPRO(ULTRA)
ELTON ZANELLA
Campos de Júlio
289.00
83.01
75I77RSF IPRO(ULTRA)
75I77RSF IPRO(ULTRA)
CLAUDINEI BALABAM
Cerejeiras
63.00
81.30
8473RSF (DESAFIO)
8473RSF (DESAFIO)
CLAUDINEI BALABAM
Cerejeiras
97.00
80.70
8473RSF (DESAFIO)
8473RSF (DESAFIO)
MARCELO VENDRUSCULO
Cerejeiras
50.00
80.70
NA 7337RR
NA 7337RR
JEAN FERNANDO GAUZE
Cerejeiras
30.00
80.00
8473RSF (DESAFIO)
8473RSF (DESAFIO)
Produtor
JOÃO CARLOS Z PARISE
Município
Canarana
Área plantada (ha)
86.00
Produtividade (sc/ha)
75.00
NA 7337RR
NA 7337RR
Produtor
MATEUS GOLDONI
Município
Água Boa
Área plantada (ha)
18.00
Produtividade (sc/ha)
92.30
8579RSF IRPO (BÔNUS)
8579RSF IRPO (BÔNUS)
Produtor
RODRIGO SIVERIS
Município
Brasnorte
Área plantada (ha)
204.00
Produtividade (sc/ha)
71.40
M7739IPRO
M7739IPRO
Produtor
RODRIGO SIVERIS
Município
Brasnorte
Área plantada (ha)
9.00
Produtividade (sc/ha)
70.70
M7739IPRO
M7739IPRO
Produtor
TECA FLORESTAL
Município
Nova Canaã do Norte
Área plantada (ha)
53.54
Produtividade (sc/ha)
76.46
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Somos uma das maiores empresas produtoras de semente de soja do Brasil.

Atuando no mercado de sementes de soja há mais de 34 anos, a Petrovina Sementes, fundada por Carlos Ernesto Augustin, posiciona-se hoje como uma das maiores empresas sementeira do Brasil, oferecendo aos seus clientes diferentes variedades que se adaptam aos mais diversos níveis de fertilidade de solo em diferentes regiões.

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Com a melhora nas condições climáticas em Mato Grosso, a semeadura avançou 16,69 p.p. até a última sexta feira (23/10), alcançando 24,87% do total das áreas semeadas. Apesar do avanço, ainda há um atraso de 39,63 p.p. em relação à safra passada. No que se refere aos preços internos, o indicador-MT segue em tendência altista, com a demanda forte enxugando a oferta e sustentando as cotações de soja disponível. Na última semana, a alta foi de 3,54% e o preço médio de RS 159,88/sc. Com relação aos futuros, as ofertas para a safra 20/21 têm girado em torno de R$ 120,00/sc e para a temporada 21/22 a média se aproximou dos R$ 107,50/sc nos últimos dias.
Melhoras climáticas em Mato Grosso avança semeadura da soja
Com a melhora nas condições climáticas em Mato Grosso, a semeadura avançou 16,69 p.p. até a última sexta feira (23/10), alcançando 24,87% do total das áreas semeadas. Apesar do avanço, ainda há um atraso de 39,63 p.p. em relação à safra passada. No que se refere aos preços internos, o indicador-MT segue em tendência altista, com a demanda forte enxugando a oferta e sustentando as cotações de soja disponível. Na última semana, a alta foi de 3,54% e o preço médio de RS 159,88/sc. Com relação aos futuros, as ofertas para a safra 20/21 têm girado em torno de R$ 120,00/sc e para a temporada 21/22 a média se aproximou dos R$ 107,50/sc nos últimos dias.
O Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) divulgou relatório apontando que os preços do milho registravam novas valorizações durante a semana e chegaram ao patamar recorde no estado de R$ 62,59 a saca.As altas foram percebidas mesmo após a retirada da TEC de importação do milho pelo Governo Federal, o que poderia aumentar a oferta do cereal e conter a escalada nos preços.“O Mato Grosso não sentiu especulações negativas nos preços durante a semana passada, como era esperado pelo mercado após a ação do Governo, ao contrário, o preço se elevou 9,26% no comparativo semanal”, diz o Imea.Até o momento, o estado já comercializou 95,17% de tudo o que foi produzido na safra 2019/20 e avançou com as vendas de 54,69% do que está previsto para a safra 2020/21.
Imea aponta nova valorização semanal do milho e preço recorde no Mato Grosso
O Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) divulgou relatório apontando que os preços do milho registravam novas valorizações durante a semana e chegaram ao patamar recorde no estado de R$ 62,59 a saca.As altas foram percebidas mesmo após a retirada da TEC de importação do milho pelo Governo Federal, o que poderia aumentar a oferta do cereal e conter a escalada nos preços.“O Mato Grosso não sentiu especulações negativas nos preços durante a semana passada, como era esperado pelo mercado após a ação do Governo, ao contrário, o preço se elevou 9,26% no comparativo semanal”, diz o Imea.Até o momento, o estado já comercializou 95,17% de tudo o que foi produzido na safra 2019/20 e avançou com as vendas de 54,69% do que está previsto para a safra 2020/21.
No mercado internacional de milho, a falta de disponibilidade no Brasil e na Argentina levou os compradores a buscarem milho dos Estados Unidos.“Mas nos mercados à vista, as ofertas de base no Golfo dos EUA subiram de janeiro a março, com janeiro ofertado a 160 c/bu sobre os futuros de março – até 5 c/bu a mais do que a cotação de sexta-feira – e fevereiro oferecido a 155 c/bu sobre o mesmo contrato – até 10 c/bu  a mais no dia”, comenta.  “Os exportadores levantaram suas ofertas em resposta à queda dos futuros e às expectativas de mais demanda dos principais compradores asiáticos, à medida que os suprimentos sul-americanos diminuem.  E no Brasil, as ofertas na segunda-feira foram ouvidas em 195 c/bu sobre os futuros de dezembro para embarque de dezembro, mas sem ofertas à vista, à medida que a oferta apertava e os compradores buscavam origens mais competitivas”, completa. Na Argentina, a queda dos preços domésticos como resultado de novas chuvas não se traduziu em uma base mais competitiva com as ofertas para o embarque de dezembro subindo 10 c/bu para 185 c/bu contra lances em 165 c/bu sobre os futuros de dezembro.“Em outros lugares, os dados de inspeção de exportação dos EUA para a semana passada do USDA mostraram uma queda de 30% semana a semana, para 636.290 toneladas contra 911.012 toneladas anteriormente, já que os principais importadores China e Japão se programaram para receber menos volume”, indica. “E o plantio de soja do Brasil avançou na semana até 22 de outubro, atingindo uma taxa de conclusão de 23% contra apenas 8% uma semana antes. Apesar de ter atrasado o ritmo do ano passado em 12 pontos, elevou as esperanças de que a safra principal de safrinha do país poderia evitar atrasos significativos no plantio quando começasse em março.  O mercado de milho da Ucrânia ficou em silêncio na segunda-feira, com a falta de novas ideias de preço ouvidas deixando apenas a oferta de 240 dólares/t FOB HIPP ouvida para novembro carregando milho, e uma carga útil de milho com documentos chineses oferecidos a US $ 245/t FOB”, conclui.
Falta de disponibilidade leva compradores ao milho dos EUA
No mercado internacional de milho, a falta de disponibilidade no Brasil e na Argentina levou os compradores a buscarem milho dos Estados Unidos.“Mas nos mercados à vista, as ofertas de base no Golfo dos EUA subiram de janeiro a março, com janeiro ofertado a 160 c/bu sobre os futuros de março – até 5 c/bu a mais do que a cotação de sexta-feira – e fevereiro oferecido a 155 c/bu sobre o mesmo contrato – até 10 c/bu  a mais no dia”, comenta.  “Os exportadores levantaram suas ofertas em resposta à queda dos futuros e às expectativas de mais demanda dos principais compradores asiáticos, à medida que os suprimentos sul-americanos diminuem.  E no Brasil, as ofertas na segunda-feira foram ouvidas em 195 c/bu sobre os futuros de dezembro para embarque de dezembro, mas sem ofertas à vista, à medida que a oferta apertava e os compradores buscavam origens mais competitivas”, completa. Na Argentina, a queda dos preços domésticos como resultado de novas chuvas não se traduziu em uma base mais competitiva com as ofertas para o embarque de dezembro subindo 10 c/bu para 185 c/bu contra lances em 165 c/bu sobre os futuros de dezembro.“Em outros lugares, os dados de inspeção de exportação dos EUA para a semana passada do USDA mostraram uma queda de 30% semana a semana, para 636.290 toneladas contra 911.012 toneladas anteriormente, já que os principais importadores China e Japão se programaram para receber menos volume”, indica. “E o plantio de soja do Brasil avançou na semana até 22 de outubro, atingindo uma taxa de conclusão de 23% contra apenas 8% uma semana antes. Apesar de ter atrasado o ritmo do ano passado em 12 pontos, elevou as esperanças de que a safra principal de safrinha do país poderia evitar atrasos significativos no plantio quando começasse em março.  O mercado de milho da Ucrânia ficou em silêncio na segunda-feira, com a falta de novas ideias de preço ouvidas deixando apenas a oferta de 240 dólares/t FOB HIPP ouvida para novembro carregando milho, e uma carga útil de milho com documentos chineses oferecidos a US $ 245/t FOB”, conclui.
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