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Algodão: qualidade além da semente:

Alto padrão tecnológico define o cultivo do algodão no Brasil, do pré-plantio à pós-colheita.


Alto padrão tecnológico define o cultivo do algodão no Brasil, do pré-plantio à pós-colheita. Transformada em lavoura anual, essa cultura perene requer um manejo minucioso para corresponder à expectativa de qualidade de toda essa tecnificação.

A começar pela desfolha antes da colheita. Pesquisas mostram que esse processo é necessário para assegurar o melhor rendimento operacional da colhedora e a preservação da qualidade da fibra produzida.

Segundo dados da Embrapa Algodão, o preparo é feito no período de oito a quinze dias (antes da colheita), dependendo das condições do ambiente, e a aplicação do herbicida deve ser realizada quando 70% a 90% dos frutos estiverem abertos ou próximos de abrir, seguida da colheita, assim que as folhas caírem e antes da rebrota.

A relação fisiológica entre fruto e folhas é de total dependência, portanto, uma desfolha precoce fatalmente comprometerá a qualidade da fibra. Esse é um dos momentos em que os cotonicultores também podem contar com as inovações da BASF.

“O agricultor investiu em aumento de área de cultivo de algodão. A dessecação é uma aliada na busca por mais rentabilidade”, ressalta Marcos Antônio Campos, gerente de Marketing de Território da companhia. A recomendação da empresa é o herbicida Heat®, que otimiza o manejo da fase final das lavouras, trazendo uniformização da colheita.

Dados do Instituto Mato-Grossense do Algodão (IMAmt) reforçam essa perspectiva, esclarecendo que sujeiras como caule de algodão ou sementes de plantas daninhas podem fazer com que o produto seja desclassificado na comercialização, dependendo da quantidade dessa contaminação, e normalmente é acordado um valor de deságio.

Na indústria têxtil, a qualidade dos produtos finais depende muito da matéria-prima, que chega a representar, em média, de 40% a 60% do custo de produção do fio.

O Heat® também é recomendado pela BASF na destruição das soqueiras da cultura. De acordo com o pesquisador Anderson Luis Cavenaghi, professor de Agronomia e diretor da área de conhecimento das Ciências Agrárias, Biológicas e Engenharias do Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG – MT), o algodoeiro, após a colheita, continua formando folhas e estruturas frutíferas que não contribuem para a produção, mas servem de alimento para pragas e patógenos responsáveis por doenças.

“A eliminação dos restos é recomendada como medida profilática para reduzir a população de pragas e doenças que se desenvolvem nas plantas rebrotadas. O bicudo e as principais lagartas que atacam a cultura são alvos importantes dessa prática”, enfatiza Cavenaghi.

Estudos realizados pelo IMAmt constatam que a prática possibilita a redução de mais de 70% da população de insetos em quiescência, que sobreviveriam no período de entressafra e, consequentemente, infestariam a cultura precocemente na safra seguinte.

Outro ponto importante é o controle de plantas tigueras de algodão nas culturas subsequentes, seja em soja, seja em braquiárias ou milheto. Por isso, essa é uma medida obrigatória por lei. E, caso o cotonicultor não realize o processo, poderá sofrer penalidades como multa e isenção de incentivos fiscais por ocasião da comercialização da fibra.  

Solução BASF para Algodão;

Heat®: herbicida efetivo no controle das principais plantas daninhas e no manejo de resistência. Na cultura do algodão, o defensivo também é recomendado na desfolha para antecipação e uniformização da colheita e destruição das soqueiras.

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