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Campanha Sou de Algodão ganha novo impulso:

A iniciativa da ABRAPA recebe todo o apoio da Tama Brasil, a empresa detentora da tecnologia para enfardamento do algodão.

O Brasil está entre os cinco maiores produtores e exportadores de pluma, e é o maior fornecedor de algodão sustentável do mundo. Além disso, é campeão mundial em produtividade sem irrigação: mais de 90% das plantações dependem apenas da água da chuva para se desenvolver.

A campanha Sou de Algodão, uma iniciativa da ABRAPA – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – visa incentivar o uso da fibra natural na moda e no bem-estar dos brasileiros, informando o público sobre os inúmeros benefícios do algodão em termos de durabilidade, conforto e sustentabilidade ambiental, social e econômica.

O lançamento do movimento ocorreu durante o evento de moda SPFW – São Paulo Fashion Week – em outubro de 2016, surgindo como resposta da cadeia produtiva do algodão à crescente utilização de sintéticos na composição de tecidos para fabricação de peças de vestuário. O objetivo é conscientizar a indústria e os consumidores sobre a qualidade superior da matéria-prima produzida no Brasil.

Sou de Algodão ganha reforço;

A Tama, marca que embala o algodão brasileiro, é fabricante do RMW, produto desenvolvido especificamente para a colhedora de algodão da John Deere 7760 e CP 690.

Este é o único produto no mercado que permite o enfardamento do algodão sem a necessidade de paradas durante a colheita, em uma perfeita interação com a colhedora, mantendo a integridade dos fardos expostos a condições climáticas e diminuindo os riscos de contaminação e desperdício do algodão. Foram 10 anos de desenvolvimento para chegar a um produto inovador, 100 % reciclável e que preserva a qualidade do algodão colhido no Brasil, indo ao encontro dos objetivos do movimento Sou de Algodão.

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Preços do algodão no Brasil evoluem em plena colheita com altas de até 8% nos últimos 40 dias
Preços do algodão no Brasil evoluem em plena colheita com altas de até 8% nos últimos 40 dias.O mercado brasileiro de algodão encerra o mês de julho com preços mais altos. Apesar do andamento da colheita no país, a competitividade da pluma no cenário exportador, em função do dólar se manter acima de R$ 5,15, aparece como fator de suporte. E, nesta última semana, também pesou positivamente a forte recuperação da fibra na Bolsa de Nova York. Às 9h20, a posição dezembro de 2020 acumulava alta semanal em torno de 4,5%.A indicação no CIF de São Paulo fechou o dia 30 de julho em R$ 2,81 por libra-peso, ante R$ 2,77 no dia 23. Quando comparado ao mesmo período do mês passado, apresentava alta 3,31%. Em relação aos níveis em que era negociado em igual momento do ano anterior, a elevação era de 15,31%.No FOB exportação do porto de Santos/SP, a indicação ficou em 55,14 centavos de dólar por libra-peso (c/lb), com alta de 1,59% em relação à semana anterior. Comparado ao mesmo período do mês passado, apresenta alta de 3,31% e, em relação ao mesmo período do ano passado, elevação de 12,85%. Na comparação com contrato de maior liquidez da pluma negociado na Bolsa de Nova York (dez/20), o produto brasileiro está 12,72% mais acessível. Há uma semana, era 13,23% mais acessível.Como o Brasil terá um grande excedente de oferta, é muito importante que se mantenha competitivo no mercado exportador. Conforme o analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, um dólar acima de R$ 5,00 deixa a pluma brasileira mais acessível para exportação.As exportações brasileiras de algodão bruto somaram 62,893 mil toneladas até a segunda semana de julho (18 dias úteis), com média diária de 3,494 mil toneladas. A receita com as vendas ao exterior totalizou US$ 87,401 milhões, com média diária de US$ 4,855 milhões. As informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.Em relação à igual período do ano anterior, houve avanço de 71,06% no volume diário exportado (2,042 mil toneladas diárias em julho de 2019). Já a receita diária teve acréscimo de 50,02% (US$ 3,236 milhões diários em junho de 2019).
Em apenas uma semana de agosto exportação de milho foi 49% do total de julho; média diária é maior do que em 2019
O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até a primeira semana de agosto.Nestes 5 dias úteis do mês, o Brasil exportou 2.042.382,4 toneladas de milho não moído, volume que representa 49% do total registrado durante todo o mês de julho. Com isso, a média diária de embarques ficou em 408.476,5 toneladas, patamar 119% maior do que a média do mês passado.Em comparação ao mesmo período do ano passado, a média de exportações diárias ficou 22,74% maior do que as 332.793,78 do mês de agosto de 2019.Em termos financeiros, o Brasil exportou um total de US$ 343.963,5 milhões no período, contra US$ 1,246 bilhão de agosto do ano passado. Na média diária, esta semana contabilizou aumento 21,45% ficando com US$ 68.792,7 contra US$ 56.641,1 do ano passado.Já o preço por tonelada obtido registrou decréscimo de 1,05% no período, saindo dos US$ 170,2 do ano passado para US$ 168,4 neste mês de agosto.Segundo a especialista em grãos e operadora da Mesa Agro da Terra Investimentos, Bianca Moura, as exportações brasileiras devem apresentar números melhores nos próximos meses e chegar em 35 milhões do toneladas ao final do ano.O chefe do setor de grãos da Datagro Consultoria, Flávio França, destaca que já temos, pelo menos, 28 milhões de toneladas vendidas para exportação e restariam entre 5 e 7 milhões para atingirmos o que é esperado.“Hoje o milho brasileiro é competitivo ante ao americano e ao argentino, mas esses preços atuais não ajudam na paridade de exportação. Assim, será preciso que o preço nos portos caia entre 3 e 4 reais dos atuais R$ 52,00 para impulsionar este restante”, explica França.
Mato Grosso já vende soja da safra 21/22, que será plantada em setembro do ano que vem
Os agricultores de Mato Grosso, maior Estado produtor de soja no Brasil, iniciaram a comercialização da oleaginosa da safra 2021/22, que será plantada somente em setembro do ano que vem, conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgados nesta segunda-feira.Segundo o levantamento, as vendas já alcançaram 1,29% da produção total projetada até o fim de julho. Na média histórica, a comercialização começaria em meados de dezembro.Para a safra 2020/21, que será semeada a partir de setembro deste ano, as vendas da soja de Mato Grosso avançaram para 50,54% do total projetado, ante 23,54% registrado na média histórica para o período, disse o Imea.Exportação de milho do Brasil acumula 2 mi t e supera soja na 1ª semana de agostoSÃO PAULO (Reuters) - As exportações brasileiras de milho alcançaram 2 milhões de toneladas na primeira semana de agosto e superaram os embarques de soja no período, conforme dados do governo federal divulgados nesta segunda-feira, à medida que avança a colheita da segunda safra do cereal no país.A média diária de embarques de milho passou de 332,8 mil toneladas em agosto de 2019 para 408,5 mil toneladas nos cinco primeiros dias úteis deste mês, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).Na soja, as exportações somaram 1,59 milhão de toneladas na primeira semana do mês, com média diária de 318,7 mil toneladas, ante 227,5 mil em agosto do ano passado.A colheita da safrinha de milho já ultrapassou 90% da área em Mato Grosso e um terço das lavouras do Paraná, os dois principais Estados produtores do cereal, aumentando a disponibilidade do grão para exportação.Com o avanço dos trabalhos, a expectativa é que os embarques se intensifiquem ao longo do segundo semestre.Os embarques de milho devem agora ganhar ritmo, após o Brasil exportar volumes recordes de soja no primeiro semestre, o que reduziu a disponibilidade da oleaginosa.Outro destaque entre as commodities ficou com o açúcar, cujas vendas externas mais que dobraram na primeira semana de agosto, com alta de 127% na média diária de embarques para 164 mil toneladas. Em cinco dias úteis, o país exportou 820 mil toneladas do adoçante.O ritmo de exportação de café verde aumentou 50,9%, para 12,9 mil toneladas ao dia, acumulando 64,8 mil toneladas (1,08 milhão de sacas de 60 kg) na parcial deste mês.Na indústria extrativa, petróleo acumulou 1,67 milhão de toneladas exportadas na primeira semana de agosto, com média diária de 335,2 mil toneladas ante 216,5 mil em agosto do ano passado.A média de embarques do minério de ferro saiu de 1,5 milhão de toneladas em agosto de 2019 para 1,64 milhão, totalizando 8,2 milhões de toneladas neste mês.Exportação de carne suína do Brasil cresce 48% em julho com impulso da ÁsiaSÃO PAULO (Reuters) - As exportações de carne suína do Brasil voltaram a superar a marca mensal de 100 mil toneladas em julho, novamente puxadas pela firme demanda asiática, disse nesta segunda-feira a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).Segundo a entidade, o volume embarcado dos produtos (in natura e processados), de 100,4 mil toneladas, é 47,9% superior ao de igual período do ano anterior. As receitas somaram 203,1 milhões de dólares no mês, alta de 37,3%.Em maio, as exportações da proteína haviam ultrapassado o nível de 100 mil toneladas por mês pela primeira vez na história --na ocasião, o país embarcou pouco mais de 102 mil toneladas do produto, um recorde."As lacunas deixadas pela peste suína africana nos países asiáticos ainda impactam a demanda local por produtos importados, e o Brasil está consolidado como um fornecedor confiável para a região", disse em nota o presidente da ABPA, Francisco Turra, referindo-se à doença que dizimou criações de suínos na Ásia, especialmente na China.
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