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Clima melhora e derruba soja nos EUA:

Bastidores da CBOT estão à espera de novidades sobre os recentes Tours de Safra.


O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (19.08) baixa de 13,25 pontos no contrato de setembro/19, fechando em US$ 8,54 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com desvalorizações entre 12,75 e 13,25 pontos.

Os principais contratos futuros abriram a semana com fortes perdas no mercado norte-americano da soja, com a melhora do clima derrubando as cotações.

“Os contratos de soja consolidaram a correção baixista depois das chuvas do fim de semana em regiões necessitadas de umidade no Meio Oeste americano”, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica.

De acordo com a Consultoria ARC Mercosul, a semana começou sob pressão em Chicago: “O volume total de operações também se mostrou abaixo da média das últimas semanas. Os bastidores da CBOT estão à espera de novidades sobre os recentes Tours de Safra que estão sendo realizando nesta semana. A equipe do Pro Farmer, um dos maiores tours realizados nos Estados Unidos, trazem informações de que os estados das Dakotas apresentam culturas muito atrasadas em termos de desenvolvimento, entretanto com uma saúde estável para a maioria dos campos”.

Apesar do retardo de crescimento, a ARC alerta que o mercado não deverá precificar nenhum tipo de risco de geadas até com que estas intempéries comecem a ser observadas nas previsões dos próximos 15 dias. “O Mercado entende que o desenvolvimento da safra de soja/milho neste ano está lento, entretanto não há nenhuma ferramenta que já possa contabilizar o tamanho das perdas de produtividade até agora”, concluem os analistas da ARC.

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Mato Grosso recebe o Fórum Regional de Máxima Produtividade Cesb:
Amanhã dia 18 de setembro a cidade de Rondonópolis (MT) recebe o Fórum Regional de Máxima Produtividade do Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb).O evento tem o objetivo de promover o intercâmbio de informações e boas práticas de tecnologia e manejo que posam estimular cada vez mais melhores resultados em termos de alta produtividade de soja no Brasil.O encontro contará com a palestra do coordenador técnico do Cesb, João Augusto Lopes Pascoalino, onde vai abordar informações atualizadas do Desafio Cesb Safra 2018/2019, com intuito de mostrar o tamanho da oportunidade que temos no Centro-oeste no quesito aumento de produtividade, bem como será apresentado o case campeão do centro-oeste na integra ficando principalmente nas estratégias de manejo adotadas pelo produtor.Outra palestra será do professor da Universidade de Rio Verde (GO), Gustavo Pazzetti, que vai proferir sobre “Manejo fisiológico para equilíbrio funcional de cultivos” focando principalmente na cultura da soja. O mesmo abordará também as prioridades fisiológicas das plantas adotadas para expressar o máximo do seu potencial produtivo.O evento tem entrada gratuita e será realizado na sede social da Associação dos Engenheiros Agrônomos da Grande Rondonópolis (Aeagro) à partir das 8 horas.O Fórum Regional de Máxima Produtividade do Cesb tem o apoio da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), Fundação Mato Grosso e Aeagro. Outras informações pelo telefone (66) 99907-1479.
Soja atinge patamar de US$ 9 por bushel:
Houve nova compra de soja norte-americana pela China: 256 mil toneladas da safra 2019/20.O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (16.09) alta de 1,25 ponto no contrato de novembro/19, fechando em US$ 9,00 por bushel.Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 1,25 e 1,75 ponto.Os principais contratos futuros abriram a semana em ligeira alta no mercado norte-americano da soja, suficiente para atingir o patamar de US$ 9,00 por bushel.Houve nova compra de soja norte-americana pela China: 256 mil toneladas da safra 2019/20, de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O montante se soma às 204 mil toneladas anunciadas na última sexta-feira (13.09).De acordo com a Consultoria ARC Mercosul, a semana iniciou com fortes influências de ambos os lados do mercado:“A macroeconomia, arrastada pela alta agressiva nos preços do petróleo mundial, oferece um forte suporte às commodities agrícolas, principalmente aquelas com biocombustíveis como subprodutos. Do outro lado, o cenário climático para a segunda metade de setembro aqui nos Estados Unidos se mostra altamente favorável para o desenvolvimento reprodutivo da soja e do milho”.“Além do mais, na manhã de hoje, o USDA confirmou outra venda de 256 mil tons de soja estadunidense em direção a China, o que totaliza 460 mil tons já vendidas nesta recente semana. Entretanto, os rumores permanecem de que os chineses irão adicionar, pelo menos, dois milhões de tons de compras da soja-EUA, como um gesto de ‘boa vontade’ nas novas negociações bilaterais. Fundos de gestão ativa continuam empilhando contratos vendidos, apostando no pessimismo do mercado”, concluem os analistas da ARC Mercosul.
Commodities agrícolas corrigem últimas altas em Chicago, e soja acompanha nesta 3ª:
Perto de 8h10 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 6,50 e 6,75 pontos, levando o novembro a US$ 8,93 e o maio a US$ 9,30 por bushel.O mercado da soja opera em baixa nesta terça-feira (17) na Bolsa de Chicago, depois de opera com estabilidade no pregão anterior, buscando definir uma melhor direção. Perto de 8h10 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 6,50 e 6,75 pontos, levando o novembro a US$ 8,93 e o maio a US$ 9,30 por bushel.Os preços da soja acompanham os mercados vizinhos do milho e do trigo, que nesta terça realizam lucros depois das altas fortes de ontem - motivadas em parte pelo rally do petróleo - e também em função da manutenção no milho do índice de lavouras em boas ou excelentes condições nos EUA.Nesta segunda (16), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras com 55% das lavouras do cereal em boas ou excelentes condições, enquanto o mercado esperava uma baixa para 54%. Na soja, porém, essa queda veio e ficou dentro das expectativas dos traders."O mercado esteve meio perdido na segunda-feira, diante de fatores geopolíticos relacionados ao terrorismo e que provocaram alta de 12% no preço do petróleo. Este fator ofereceu suporte ao óleo de soja (biodiesel), mas o mercado hoje deve voltar a focar nos fundamentos", explica Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da Agroculte.Depois da euforia de ontem, o mercado hoje passa por uma correção nas commodities de uma forma geral, com as agrícolas operando em queda em todos os setores, com perdas também entre os futuros do açúcar, do café e do algodão na Bolsa de Nova York.Assim, no mercado internacional, "os traders continuarão reagindo a qualquer preocupação com o clima nos EUA, o desenvolvimento das questões comerciais (especialmente entre China e EUA) e as condições dos campos americanos que já seguem para a fase de colheita", explicam os analistas da consultoria interncional Allendale, INc.E ontem, o reporte do USDA já trouxe os primeiros dados de colheita da safra 2019/20, mostrando que já está concluída em 4% da área.Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:Soja: Mercado fecha estável em Chicago, mas sobe mais de 1% no interior do Brasil;Os preços da soja fecharam a segunda-feira (16) com estabilidade na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa subiram pouco mais de 1 ponto entre as posições mais negociadas, com o novembro valendo US$ 9,00 e o março, US$ 9,25 por bushel.Durante todo dia esse foi o comportamento do mercado, se equilibrando entre as notícias que vinham do mercado financeiro - pautadas pela disparada dos preços do petróleo, de mais de 10% - e da conclusão da nova safra norte-americana.No entanto, a soja foi a commodity agrícola com as reações mais tímidas diante da escalada do petróleo, já que o milho, o trigo, o açúcar e o café subiram mais de 1% entre Chicago e Nova York."A macroeconomia, arrastada pela alta agressiva nos preços do petróleo mundial, oferece um forte suporte às commodities agrícolas, principalmente aquelas com biocombustíveis como subprodutos. Do outro lado, o cenário climático para a segunda metade de setembro aqui nos Estados Unidos se mostra altamente favorável para o desenvolvimento reprodutivo da soja e do milho", explicam os diretores da ARC Mercosul.Ainda nesta segunda, os traders estiveram atentos à nova venda de soja dos EUA para a China anunciada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Foram 256 mil toneladas e o volume é todo da safra 2019/20.Essa é a segunda venda oficial anunciada nos últimos dias pelo departamento norte-americano. Na última sexta-feira (13), a venda dos EUA para a nação asiática foi de 204 mil toneladas.PREÇOS NO BRASIL;No Brasil, apesar da estabilidade também no dólar -dada a cautela inspirada pela cena exterior - os preços subiram em boa parte das praças de comercialização do interior do país pesquisadas pelo Notícias Agrícolas. E os ganhos passaram de 1%, com as referências ainda acima dos R$ 70,00 por saca.Já nos portos, os preços permaneceram estáveis para os indicativos de maio do próximo ano, enquanto o produto disponível registrou perdas de mais de 1%, para levar as cotações a R$ 84,50 em Paranaguá e R$ 85,00 por saca em Rio Grande.
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