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Com foco nas negociações entre EUA e China, mercado do milho opera com altas nesta 4ª feira na CBOT:

Os principais vencimentos negociados da commodity operam com valorizações de 2,00 a 1,25 pontos, por volta das 9h17 (Horário de Brasília).


Na manhã desta quarta-feira (06), as referências futuras para o milho trabalham com ligeiras altas na Bolsa de Chicago (CBOT). Os principais vencimentos negociados da commodity operam com valorizações de 2,00 a 1,25 pontos, por volta das 9h17 (Horário de Brasília). O contrato Dezembro/19 trabalhava a US$ 3,83 por bushel e o março/20 estava cotado a US$ 3,93 por bushel.

Segundo as informações da Successul Farming, os contratos da soja e milho foram apenas um pouco mais altos nas negociações da noite para o dia, com os investidores avaliando o otimismo sobre um acordo comercial com a China contra a pressão da colheita.

“Os EUA e a China estão caminhando para um acordo de fase um com alguns detalhes que ainda precisam ser elaborados. Encontrar um local adequado para assinar o pacto “parcial” é um dos detalhes ainda incertos”, informou Tony Dreibus.

Confira como fechou o mercado na terça-feira:

Milho: Mercado futuro finaliza a sessão desta 3ª feira com ligeiras quedas na Bolsa de Chicago.

Na Bolsa de Chicago (CBOT), as referências para o milho encerrou com perdas na sessão desta terça-feira (05). Os principais vencimentos do cereal finalizaram o dia com um recuo de 1,50 a 1,75 pontos. O contrato Dezembro/19 fechou o dia cotado a US$ 3,81 por bushel, enquanto, o março/20 encerrou a US$ 3,91 por bushel.

De acordo com as informações da Reuters Internacional, os futuros de milho dos Estados Unidos fecharam com queda devido ao clima seco do Meio-Oeste americano impulsionando a colheita.

“A colheita está rolando e os agricultores estão vendendo. Não há notícias otimistas por aí e é apenas um pouco mais lento”, disse Craig Turner, corretor de commodities da Daniels Trading a Reuters Internacional.

Ainda segundo a Reuters Internacional, o posicionamento à frente de um relatório mensal de oferta e demanda de colheitas do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) na sexta-feira também pesou nos preços, já que os traders anteciparam reduções mínimas nas perspectivas da safra de milho e soja, apesar do mau tempo das safras neste ano.

Outro fator que tem pesado no mercado é as negociações comerciais entre EUA-China, já que o acordo da “primeira fase” permanece sem assinatura. A China está pressionando o presidente dos EUA, Donald Trump, a remover mais tarifas impostas em setembro como parte do acordo, disseram pessoas familiarizadas com as negociações na segunda-feira.

Mercado Interno;

Nesta Terça-feira, o mercado interno brasileiro registrou movimentações pontuais nas principais praças pesquisadas pelo o Notícias Agrícolas. A região de Sorriso/MT, a saca disponível do cereal registrou valorização de 9,80% e terminou o dia cotada a R$ 28,00. Já os preços Balcão ficaram ao redor de R$ 21,00 a saca e com um recuo de 8,70%.

Em Brasília, os preços para a saca do milho está em torno de R$ 35,00 com uma queda de 5,41%. Na região de Dourados/MS, a saca do cereal registrou uma valorização de 4,48% e está cotada a R$ 35,00.

No município de Campinas/SP, o milho terminou o dia precificado ao redor de R$ 43,34 a saca com uma alta de 3,54%. Em Porto Paranaguá, a saca disponível do milho gira ao redor de R$ 39,50 e com um recuo de 1,25%.

Confira mais publicações
Rabobank prevê preços de grãos estagnados:
"Os atuais desafios à lucratividade provavelmente continuarão".Em sua nova série de perspectivas de 10 anos para milho, soja e trigo, o grupo RaboResearch Food & Agribusiness prevê que os preços dos grãos nos Estados Unidos permaneçam estagnados. Isso porque as tendências de longo prazo para o aumento da produtividade compensam a diferença menor de área cultivada, enquanto a demanda permanece plana."Os atuais desafios à lucratividade provavelmente continuarão, infelizmente, para os produtores de linha", disse o principal autor Stephen Nicholson.“Os agricultores dos EUA precisarão considerar produtores de baixo custo se seus planos de longo prazo incluírem o cultivo de alguma dessas culturas. A diversidade de culturas continuará sendo uma boa estratégia para capturar qualquer atividade positiva nos preços e manter o custo de produção baixo. E as oportunidades de prêmios especiais, como trigo de alto grau alimentício ou grãos orgânicos, continuarão atraentes para aumentar as receitas”, completa.Um grande choque de oferta, de outro grande ano climático, por exemplo, pode causar grandes reações de preço e hectare. É provável que essas reações durem apenas um ano ou dois antes que os hectares e os preços retornem à tendência, afirmou o Rabobank.  A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China continuará afetando a soja dos EUA, e os efeitos podem durar mesmo após a conclusão de um acordo."Como esperado, de todas as culturas, a guerra comercial teve o maior impacto nos preços da soja", disse Nicholson, analista sênior de grãos e oleaginosas da Rabo AgriFinance.“Somente a guerra comercial reduziu o preço médio nacional pago aos agricultores de soja em US $ 1 a US $ 1,50 por bushel. Os surtos de peste suína africana (ASF) acrescentam outros 50 centavos a um dólar à redução”, indica. 
Proprietários rurais declaram 1 milhão de km² além de área passível de notificação:
Especialistas alertam sobre falta de dados consistentes e insegurança jurídica na questão fundiária.No momento em que o governo anuncia a intenção de adotar a autodeclaração para fazer a regularização fundiária no Brasil, o Cadastro Ambiental Rural (CAR), no qual os proprietários de áreas rurais informam diretamente as dimensões das suas terras, mostra que há uma área equivalente à do Egito registrada a mais no banco de dados do Serviço Florestal Brasileiro.São mais de um milhão de quilômetros quadrados registrados acima da área passível de cadastramento. Pelos dados do CAR de agosto deste ano, 3,9 milhões de quilômetros quadrados eram passíveis de cadastro, mas a área informada era de 4,9 milhões de quilômetros:“Essa área adicional seria o 29º maior país do mundo, entre o Egito e a Colômbia. Há um completo descompasso entre os instrumentos para regulação fundiária e uma efetiva regularização fundiária. A imprecisão territorial tem aumentado. Em 2013, nos cartórios, havia dois estados de São Paulo a mais.Agora o cadastro mostra sobreposição maior”, afirma Luiz Ugeda, presidente da Comissão de Geodireito da OAB.Segundo o especialista, há várias bases de dados — a do Serviço Florestal Brasileiro, a da Embrapa Territorial, a do IBGE — sem unidade para servir de parâmetro: “O ideal é ter uma agência para cuidar da questão, conforme prevê a Constituição”.Segundo Gerd Sparovek, do Laboratório de Planejamento de Uso do Solo e Conservação (Geolab), da Escola Superior de Agricultura, da USP, a área possível de cadastramento tomou por base o Censo Agropecuário Brasileiro de 2006, do IBGE, que já divulgou novo censo no mês passado, com dados de 2017.“Os levantamentos censitários do IBGE não cobrem todas as áreas em que há imóveis ou posses rurais. Assim, a área cadastrável ficou subestimada. Há os registros sobrepostos que levam à dupla contagem, além da grande quantidade de registros em unidades de conservação, terras indígenas em que a presença de imóveis rurais privados deveria ser exceção. Além disso, temos no Brasil em torno de 17% do território sem registro fundiário algum”, disse.SOBREPOSIÇÃO - O Cadastro Ambiental Rural foi criado por lei em 2012 e regulamentado em 2014 para integrar informações ambientais, em relação às áreas de preservação e reserva legal, para o planejamento ambiental e o combate ao desmatamento.Segundo Jaíne Cubas, diretora de Cadastro e Fomento Florestal do Serviço Florestal Brasileiro, o cadastro vem sendo aperfeiçoado para diminuir a sobreposição, mas não foi feito para regularização fundiária: “Como o cadastro é autodeclaratório, vai ter sobreposição. Estamos trabalhando para qualificá-lo e diminuir o erro”.Está em desenvolvimento no Serviço Florestal, segundo Jaíne, uma forma de limitar a sobreposição em 10% para pequenos proprietários, 5% para os médios e 3% para os grandes.“O benefício do cadastro é conhecer a propriedade rural para saber quais áreas podem ser usadas para agricultura, além de ele ser obrigatório para acesso a crédito rural (subsidiado) e servir de ferramenta para políticas ambientais”, disse.Sparovek diz que esse excesso de terras cadastradas diminui a eficácia do CAR para o Código Florestal.“A sobreposição no cadastro indica incerteza sobre a questão fundiária, sobre quem é o legítimo detentor da propriedade. Não é possível saber a quem cabe a responsabilidade de regularização ambiental. O CAR trouxe à tona o tamanho do problema. A solução pode não ser simples e muito menos pacífica; pode envolver equacionar conflitos fundiários e grilagem de terras. Isto certamente vai atrasar a implementação do CAR e seus benefícios”, conta.Segundo Bastiaan Reydon, do Grupo de Governança de Terras da Unicamp, a ideia do governo de usar autodeclaração para assentamentos rurais não é ruim: “O problema é que abre uma brecha para todo mundo entrar nela. Já tinham acabado com a obrigatoriedade de comprovar a anuência de seus vizinhos. É perigoso, pode potencializar a grilagem”.
Dólar tem leve queda ante real em dia de leilão do pré-sal e de olho em negociações comerciais:
Às 9:06, o dólar recuava 0,08%, a 3,9900 reais na venda.O dólar recuava contra o real nos primeiros negócios desta quarta-feira, em dia de leilão de excedentes da cessão onerosa, com altas expectativas sobre a entrada de fluxos no Brasil, ao mesmo tempo em que os investidores monitoravam com cautela os desdobramentos da guerra comercial entre Estados Unidos e China.Na véspera, a moeda norte-americana fechou em baixa de 0,47%, a 3,9932 reais na venda, em uma terça-feira marcada pela apresentação do pacote econômico do governo no Senado.O dólar futuro de maior liquidez tinha queda de 0,09% neste pregão, a 3,997 reais.O Banco Central ofertará nesta quarta-feira até 12 mil contratos de swap cambial reverso e até 600 milhões em dólar à vista. Adicionalmente, a autarquia também ofertará contratos de swap tradicional, para rolagem do vencimento dezembro de 2019.
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