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Confira como andam os preços do milho

No Rio Grande do Sul, de acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, os vendedores já falam em preços entre R$ 64,00/65,00 FOB. “Os preços chegaram a R$ 65,00 em Ibirubá e R$ 64,00 em Vacaria, na metade de setembro, duas semanas antes de nossa previsão. Se não for feita nenhuma importação, a tendência é de os pequenos consumidores locais manterem e aumentarem os preços, pela impossibilidade financeira e logística de fazerem estoques”, comenta.

Em Santa Catarina os consumidores de milho continuam se abastecendo principalmente do Mato Grosso do Sul.

“Sem muito milho disponível no estado, as fábricas de ração e indústrias de carne se abastecem cada vez mais com milho vindo do Mato Grosso do Sul. Os preços do milho local permaneceram a R$ 63,00 no Alto Vale do Itajaí, subiram um real/saca para R$ 63,00 em Campos. Novos e permaneceram a R$ 58,00 em Canoinhas e Chapecó. Em Concórdia e Joaçaba os preços permaneceram em R$ 64,00. Em Mafra mantiveram R$ 61,00/saca”, completa.

No Paraná, mesmo com pouquíssimas ofertas, os preços estão andando de lado. “Nos Campos Gerais, região de Ponta Grossa, mercado de lotes spot manteve os R$ 55,00 posto fábricas do dia anterior, para entrega e pagamento em setembro e outubro. No Norte do estado, preço spot entre R$ 56,00 e R$ 58,00, dependendo do local. No Oeste ao redor de R$ 56,00/ saca”, informa.  

No Mato Grosso do Sul os preços voltaram a subir com boa demanda dos estados do Sul.

“Nesta semana, da safra 2019/20 foram negociadas 40.000 toneladas ao preço médio de R$ 48,00/saca na região de Dourados, 100% para o mercado interno no RS e SP. Da safra 2020/21 foram negociadas 70.000 toneladas ao preço médio de R$ 40,00/saca, 100% para o mercado externo”, conclui.


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O dólar começou a semana em alta acentuada contra o real, rondando o patamar de 5,45 reais em segunda-feira marcada pela aversão a risco global diante do salto em casos de coronavírus nas principais economias, enquanto temores domésticos sobre a saúde fiscal brasileira continuavam impulsionando a busca pela segurança da moeda norte-americana.Às 9:09, o dólar avançava 1,31%, a 5,4477 reais na venda, enquanto o principal contrato de dólar futuro ganhava 0,95%, a 5,444 reais.Na última sessão, na sexta-feira, a moeda norte-americana à vista registrou alta de 2,77%, a 5,3767 reais na venda, maior valorização diária desde 24 de junho.
Confira como estão os preços do milho
preços mantiveram a alta do dia anterior no RS".De acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, no Rio Grande do Sul, o mercado esteve parado essa semana com pedidas cada vez maiores, com negócios acontecendo ao redor de R$ 61,00 saca para outubro na Serra. A região central do estado está girando um pouco abaixo entre R$ 61,00 a 61,50/saca. “Os preços mantiveram a alta do dia anterior em R$ 66,00 em Ibirubá, mas recuaram 1 real/saca para R$ 63,00 em Vacaria. Nas demais praças do interior do estado os preços do milho no mercado de lotes disponível, mantiveram R$ 63,00 FOB em Carazinho, Cruz Alta e Erechim e subiram para R$ 63,00 em Ijuí. O preço de exportação subiu R$ 1,50 para R$ 60,50 no porto, para embarque em fevereiro 21. Mas, as fábricas reagiram e passaram a oferecer R$ 57,00 CIF para janeiro 2021”, comenta. Em Santa Catarina, os preços continuam a R$ 65,00/saca. “Sem muito milho disponível no estado, as fábricas de ração e indústrias de carne se abastecem cada vez mais com milho vindo do Mato Grosso do Sul. Os preços do milho local permaneceram a R$ 63,00no Alto Vale do Itajaí, recuaram R$ 1,00/saca para R$ 62,00 em Campos Novos e permaneceram a R$ 58,00 em Canoinhas e Chapecó. Em Concórdia e Joaçaba os preços mantiveram a alta do dia anterior a R$ 65,00. Em Mafra subiram R$ 0,50 para R$ 61,50/saca”, completa. No Paraná, o maior equilíbrio entre oferta e demanda mantém preços lucrativos para todos, mas em níveis menores.“Para 2021, o preço recuou mais 2 reais/saca para R$ 55,00/saca, para entrega em fevereiro e pagamento em março de 2021 nas fábricas da região de Ponta Grossa. Já no porto paranaense de Paranaguá o preço subiu 2 reais/saca R$ 59,00/saca para primeira quinzena de fevereiro de 2021, pagamento março de 2021”, conclui.
Falta de oferta de soja para janeiro preocupa
A atual a seca no Centro Oeste do Brasil vai empurrar o plantio de soja para frente, o que pode ocasionar falta de oferta da oleaginosa em janeiro, segundo o que afirmou a T&F Consultoria Agroeconômica. Além disso, soma-se o estoque reduzido nos Estados Unidos e também na Argentina. “Dia tenso para preços de soja: indústrias seguem querendo comprar, mas, há muito poucas ofertas, não apenas porque há pouca disponibilidade física, mas porque o agricultor, capitalizado, pede sempre preços maiores”, comenta a consultoria. No Rio Grande do Sul, os preços para outubro e novembro estão bastante distintos. “Para outubro no porto R$ 143,00, em Canoas R$ 145,00, em Ijuí R$ 143,00, em Cruz Alta R$ 143,00 e não teve preço em Passo Fundo. Para novembro não teve preço em Canoas e no Porto, mas em Ijuí valia R$ 146,00, em Cruz Alta R$ 147,00, em Passo Fundo R$ 148,00. Mas, as indústrias se queixam de que está difícil repassar estes preços elevadíssimos da soja para o farelo. Soja futura valeu R$ 129,00 entrega e pagamento em março, R$ 127,50 entrega abril/maio e pagamento maio e R$ 128,50 entrega e pagamento junho”, completa. No Paraná, preços também subiram entre 1 e 3 reais/saca para R$ 146,00. “No mercado de lotes, para entrega em setembro o preço avançou mais um real/saca para R$ 145,00/saca, em Ponta Grossa, mas, pagamento final de novembro. No interior dos Campos Gerais o preço também avançou 3 reais/saca para R$ 144,00, retirada outubro, pagamento em novembro. Para entrega em outubro e pagamento em janeiro o preço subiu novamente mais 3 reais/saca para R$ 146,00. Em Paranaguá a cotação do mercado disponível se manteve em R$ 145,00, entrega setembro, pagamento final de outubro”, informa. No Mato Grosso do Sul, dia de muitas vendas, preços atingindo R$ 147,00/saca. “No Mato Grosso do Sul esta sexta-feira foi um dia intenso de vendas: da safra 2019/20 foram negociadas cerca de 50.000 toneladas a preços ao redor de R$ 147,00 em Dourados; da safra 2020/21 foram negociadas 40.000 toneladas, a preços ao redor de R$ 113,00/saca FOB. Da safra 2021/22 foram negociadas 50.000 toneladas ao redor de R$102,00/saca”, conclui
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