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Falta de disponibilidade leva compradores ao milho dos EUA

No mercado internacional de milho, a falta de disponibilidade no Brasil e na Argentina levou os compradores a buscarem milho dos Estados Unidos.

“Mas nos mercados à vista, as ofertas de base no Golfo dos EUA subiram de janeiro a março, com janeiro ofertado a 160 c/bu sobre os futuros de março – até 5 c/bu a mais do que a cotação de sexta-feira – e fevereiro oferecido a 155 c/bu sobre o mesmo contrato – até 10 c/bu  a mais no dia”, comenta.  

“Os exportadores levantaram suas ofertas em resposta à queda dos futuros e às expectativas de mais demanda dos principais compradores asiáticos, à medida que os suprimentos sul-americanos diminuem.  E no Brasil, as ofertas na segunda-feira foram ouvidas em 195 c/bu sobre os futuros de dezembro para embarque de dezembro, mas sem ofertas à vista, à medida que a oferta apertava e os compradores buscavam origens mais competitivas”, completa.

Na Argentina, a queda dos preços domésticos como resultado de novas chuvas não se traduziu em uma base mais competitiva com as ofertas para o embarque de dezembro subindo 10 c/bu para 185 c/bu contra lances em 165 c/bu sobre os futuros de dezembro.

“Em outros lugares, os dados de inspeção de exportação dos EUA para a semana passada do USDA mostraram uma queda de 30% semana a semana, para 636.290 toneladas contra 911.012 toneladas anteriormente, já que os principais importadores China e Japão se programaram para receber menos volume”, indica.

“E o plantio de soja do Brasil avançou na semana até 22 de outubro, atingindo uma taxa de conclusão de 23% contra apenas 8% uma semana antes. Apesar de ter atrasado o ritmo do ano passado em 12 pontos, elevou as esperanças de que a safra principal de safrinha do país poderia evitar atrasos significativos no plantio quando começasse em março.  O mercado de milho da Ucrânia ficou em silêncio na segunda-feira, com a falta de novas ideias de preço ouvidas deixando apenas a oferta de 240 dólares/t FOB HIPP ouvida para novembro carregando milho, e uma carga útil de milho com documentos chineses oferecidos a US $ 245/t FOB”, conclui.

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Soja: chuvas mais volumosas auxiliam na recuperação das lavouras
Chuvas na semana passada em muitas regiões produtoras aliviaram sojicultores brasileiros, que temiam que o tempo seco prejudicasse fortemente a safra. Os volumes de precipitações, no entanto, foram distintos dentre as praças acompanhadas pelo Cepea.No Sul do País, especialmente no Paraná, em São Paulo e em Mato Grosso do Sul, ainda que as chuvas tenham ficado abaixo do esperado, já auxiliam na recuperação do desenvolvimento das lavouras. Além disso, essa recente umidade deve permitir o replantio e a finalização do cultivo. Em partes do Centro-Oeste, as precipitações foram irregulares e, com isso, produtores estão à espera de chuvas em maior intensidade nos próximos dias. Quanto à comercialização, segue lenta em muitas regiões brasileiras. Além de grande parte da safra já ter sido negociada, incertezas relacionadas ao tamanho da produção limitam a liquidez.
SAIBA o que pode fazer o milho subir ainda mais
De acordo com a TF Consultoria Agroeconômica, o mercado de milho “sobe de maio em diante”, mostrando possibilidade de escassez no período:“O mercado futuro do milho em São Paulo fechou em alta para todas as posições, exceto Março 21, que fechou em levíssima queda, mostrando a possibilidade de falta de produto a partir deste mês no próximo ano, diante da estiagem que assola muitos estados produtores no Brasil”.Com isto, as cotações de janeiro avançaram R$ 0,01/saca para R$ 78,84; para março de 2021 recuaram mais R$ 0,01 para R$ 78,77 e avançaram R$ 0,39/saca para R$ 74,20 para maio.“Quem seguiu nossa orientação aumentou os ganhos para R$ 5,23/saca para março. Nossa insistência em observar e usar a cotação de março para fixar preço não é em vão: quem seguiu nossa orientação ganhou hoje mais R$ 0,01/saca, perfazendo R$ 5,23/saca ou R$ 2.353,50/contrato ou ainda 6,23% em apenas duas semanas, o que não é nada mau diante de uma Selic de 2% ao ano”, comentam os analistas de mercado.O mercado pode reverter para cima? “Nossas previsões sempre foram de queda a curto prazo, mas, a médio e longo prazo começam a reverter para cima, diante dos problemas que ocorrem sobre a safra de verão no RS, Oeste de SC e do PR e que devem se agravar a partir de março, quando acabar o estoque curto da safra de verão nestes estados, que são grandes consumidores de milho. Para o primeiro semestre de 2021 os preços devem continuar muito firmes, no Brasil”, completa a TF.FATORES DE ALTA;- Boa demanda externa: no seu relatório de novembro o USDA quase dobrou a sua estimativa de importação de milho pela China, passando de 7 para 13 milhões de toneladas para o ano comercial de 2020/21;- Provável safra americana de milho menor: no mesmo relatório o USDA reduziu a sua estimativa da safra americana de milho de 2020/21 de 373,95 milhões de toneladas para 368,49 MT, queda de 10,54 milhões de toneladas, o que é bastante significativo;- Provável quebra da safra de verão nos principais estados consumidores do Brasil. No seu levantamento de novembro a Conab estima uma redução de 2% na área plantada com milho no Brasil e reduziu em 0,3% a sua estimativa de produção em relação à estimativa de outubro, devido aos problemas climáticos em alguns dos principais estados produtores.FATORES DE BAIXA;- Preços pararam de subir ao atingirem níveis semelhantes aos da importação, como mostram os gráficos do Cepea em Campinas e na B3 abaixo;- Embora haja a continuação da forte demanda de exportação para 2021, o dólar deverá jogar contra, estando prevista queda dos atuais níveis de R$ 5,38 para R$ 4,10 dentro dos próximos 12 meses, justamente os de maior exportação de milho.
Lucro da soja deve bater os 68% no ano que vem.
Os preços da soja deverão se manter elevados e muito lucrativos, mas tem pouca chance de subir muito mais do que os patamares atuais, aponta a TF Agroeconômica. “Os preços da soja para 2021 atingiram níveis excelentes e muito lucrativos para o produtor, algo como 67,91% depois de pagas todas as despesas”, aponta a equipe de analistas.Para os especialistas, no entanto, por enquanto não há projeções de fatores que levem os preços a subir mais: “Embora haja fatores altistas (que manterão os preços elevados), eles parecem não ter força suficiente para elevá-los ainda mais, mas também não os deixarão cair”.“Dos três fatores principais que compõe o preço da soja: Chicago, Prêmios e Dólar, acreditamos que Chicago chegou num nível em que as altas serão menores e mais cautelosas, os prêmios tinham subido mais em outubro e recuaram em novembro, embora ainda estejam o dobro do que estavam em agosto e o dólar tem todas as características de que irá voltar para níveis abaixo de R$ 5,00, como afirmam todos os especialistas do mercado de câmbio, sendo este o principal fator responsável pela falta de mais elevação do preço da soja em 2021”, explica a TF.Na avaliação dos analistas de mercado, portanto, a safra brasileira de soja de 2020/21 será muito mais lucrativa que a safra anterior, mesmo que seus preços não subam mais, porque os agricultores brasileiros venderam uma quantidade maior do produto a preços maiores. Até o momento, já foram negociados aproximadamente 53% da safra ao preço médio de R$ 130,00/saca, o que garante uma lucratividade ao redor de 67,91%. Na safra anterior, os agricultores venderam mais de 60% da safra a preços inferiores a R$ 100,00/saca.“Mesmo que os preços não subam (muito) mais, o sojicultor brasileiro poderá vender o restante da safra a preços muito lucrativos, uma vez que, como mostramos acima, a tendência do mercado é manter-se em níveis elevados, mesmo que as altas não sejam percentualmente tão grandes como as de 2020”, conclui a TF.
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