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Novas especificações para registro de defensivos são publicadas:

Com a instrução normativa publicada, o Brasil alcança o número de 40 especificações de referência para os fitossanitários autorizados.

Nesta segunda-feira (09.09) foi publicada a instrução normativa nº 25 no Diário Oficial da União que estabelece quatro novas especificações de referência para produtos fitossanitários com uso aprovado para agricultura orgânica.

O atendimento às especificações é pré-requisito para que as empresas possam registrar por uma via diferenciada produtos biológicos que serão utilizados para combate de pragas e doenças em diferentes culturas.

Com a instrução normativa publicada, o Brasil alcança o número de 40 especificações de referência para os fitossanitários autorizados. O Mapa analisa ainda cerca de 200 processos de solicitação para estabelecimento de novas especificações de referência.

Das quatro especificações publicadas hoje, três são classificadas como abertas, o que permite que qualquer empresa possa ter acesso ao ingrediente ativo para formular novos biodefensivos. Atualmente, 114 produtos fitossanitários com uso aprovado para agricultura orgânica estão registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Até maio deste ano, 77 empresas brasileiras tinham registros de defensivos biológicos junto ao Mapa. Desse total, quase 70% das empresas conseguiram ter registro dos biodefensivos pela chamada via dos orgânicos, que só pode ser acessada por meio das especificações de referência.

Conforme os dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, 70% dos produtos biológicos registrados estão na mão das empresas que utilizaram a via dos orgânicos para obter o registro. A maioria dessas empresas são pequenas.

“Essa via dos orgânicos proporcionou que hoje pequenas empresas tivessem acesso ao mercado com 60 produtos registrados, porque se beneficiam das especificações de referência. Quer dizer, a gente aumentou o número de pequenas empresas e de produtos no mercado. Isso é muito importante para o setor”, avaliou Tereza Cristina Saminêz, chefe do Serviço de Especificações de Referência do Mapa.

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Principais tendências tecnológicas agrícolas em 2020:
Mais dados, mais insights e mais tecnologia impulsionarão o avanço agronômico na próxima década, segundo informou a Ag Professional. Nesse cenário, novas descobertas genéticas, juntamente com o poder computacional de hoje, revolucionam a velocidade da inovação.Uma das principais tendências para o novo ano continua sendo a técnica de edição de genes CRISPR. A ideia por trás do CRISPR-Cas9 foi descoberta em 1987, mas foi nos últimos cinco anos que começaram a surgir verdadeiros avanços na tecnologia de edição de genes. Ao explorar o sistema imunológico das bactérias para editar ou cortar e substituir sequências de DNA, permite que alterações genéticas ocorram mais rapidamente e com menor custo.Na última década, os cientistas concluíram o sequenciamento de muitos dos genomas alimentares mais importantes do mundo. Juntamente com os avanços nas ciências genéticas, está previsto um aumento nas novas características de plantas e animais, e essa deve ser a próxima tendência.Em 2018, a Benson Hill Biosystems anunciou uma parceria com uma grande empresa de sementes para implementar uma característica genética de milho para a eficiência da luz solar. Eles esperam enviá-lo às agências governamentais para aprovação em 2021.Nesse cenário, os robôs capturaram nossa imaginação e desejo por uma força de trabalho confiável, acessível e autônoma. A evolução de sensores baratos, GPS aprimorado e máquinas de autoaprendizagem está sendo explorada em laboratórios. “Algumas dessas peças robóticas hoje são grandes, desajeitadas e caras", diz Jack Uldrich, futurista agrícola.“Acho que o que veremos na próxima década é o preço cair e a tecnologia robótica ficar muito mais inteligente por causa da tecnologia de sensores, inteligência artificial e conectividade 5G”, completou.Para concluir, o portal especializado acredita que os biológicos irão se expandir cada vez mais, dominando a próxima década."O microbioma e nossa capacidade de repente começaram a usar bactérias de uma maneira radicalmente nova são emocionantes. Estamos descobrindo maneiras de aumentar a produtividade e extrair nitrogênio do ar ou do solo, para que não tenhamos que pagar às pessoas por esses materiais no futuro", concluiu. 
Entidades dos EUA lançam site que regulamenta biotecnologia:
Alternativa faz parte de um esforço para investir na biotecnologia.O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) e a Agência de Proteção Ambiental (EPA) lançaram um site específico para a regulamentação de biotecnologia.O site simplifica as informações sobre as três agências reguladoras encarregadas de supervisionar os produtos de biotecnologia agrícola e faz parte da Ordem Executiva do Presidente Donald J. Trump de Modernização da Estrutura Regulatória para Produtos de Biotecnologia Agrícola."A biotecnologia agrícola foi e continuará sendo uma ferramenta essencial para ajudar os agricultores e pecuaristas dos Estados Unidos a alimentar, abastecer e vestir o mundo", disse o secretário de Agricultura dos EUA, Sonny Perdue.“Dos produtores aos consumidores, todos os americanos merecem um governo que ofereça regulamentos de senso comum baseados na ciência que promovam a inovação, conservem recursos e protejam a saúde pública - especialmente quando se trata do suprimento de alimentos. O lançamento deste site unificado de Regulamento de Biotecnologia é uma prova do compromisso do Presidente Trump em fornecer ao povo americano regulamentos sensatos de maneira clara e transparente”, completou.O site unificado para regulamentação da biotecnologia descreve o processo de revisão federal para certos produtos de biotecnologia e permite que os usuários enviem perguntas às três agências.Os objetivos deste site “são fornecer serviço aprimorado ao cliente para inovadores e desenvolvedores, garantindo que os americanos continuem desfrutando do suprimento de alimentos mais seguro e acessível do mundo e possam aprender mais sobre o uso seguro das inovações biotecnológicas”, diz a descrição."A EPA tem o prazer de trabalhar com nossos parceiros no USDA, FDA e em todo o governo federal para implementar a Ordem Executiva do Presidente Trump e lançar este novo site coordenado", disse Wheeler, administrador da EPA. 
Soja: Dólar em alta nesta 5ª equilibra mercado no Brasil depois das baixas em Chicago:
Lotes remanescentes da safra velha ainda pagam até R$ 3/sc a mais do que a nova no interior do país. Em Chicago, dia de ajuste de posições antes da chegada dos novos números do USDA.O mercado da soja fechou a quinta-feira (9) em queda na Bolsa de Chicago em um dia de ajustes para as posições antes da chegada dos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Assim, o dia terminou com as cotações da oleaginosa cedendo pouco mais de 5 pontos nos principais contratos, o março valendo US$ 9,42 e o maio, US$ 9,42 por bushel.Segundo explicou o analista de mercado e economista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter, aas expectativas indicam uma baixa de 1 milhão de toneladas na produção e nos estoques americanos e estes são números já bem absorvidos pelo mercado.Assim, o compasso de espera permaneceu entre os traders nesta quinta-feira na CBOT. No link abaixo, confira as expectativas completas do mercado para os boletins do USDA que chegam nesta sexta-feira, às 14 (horário de Brasília).USDA: Expectativas indicam redução na produção e estoques de soja e milho dos EUA:No entanto, os fundamentos do mercado da soja ainda dividem espaço com os fatores geopolíticos, principalmente as relações comerciais entre China e Estados Unidos e a assinatura da primeira fase do acordo comercial que pode acontecer já na semana que vem.Para Motter, a data prevista de 15 de janeiro deve, de fato, efetivar esse acordo parcial entre as duas maiores economias do mundo, porém, o mercado precisa conhecer mais detalhes sobre o consenso para que possa se posicionar de forma mais clara. "De quanto serão as compras agrícolas chinesas nos EUA? É isso que o mercado quer saber agora", diz.MERCADO BRASILEIRO:O mercado brasileiro, nesta quinta-feira, equilibrou as perdas em Chicago com o dólar em alta, que subiu quase 1% para bater em R$ 4,08 no encerramento do dia. A moeda americana ainda se mantém como importante pilar para as cotações no Brasil e, ainda segundo o analista da Granoeste, a perspectiva de um mercado positivo, ou ao menos estável, para a soja brasileira permanece bastante consistente.Os negócios fluem bem, com o sojicultor, ainda como explica Motter, escalonando suas operações, dividindo suas atenções entre a comercialização e seus trabalhos no campo."O que ainda chama a atenção é a liberação de lotes remanescentes da safra velha, já que há ainda um GAP, falando em Oeste do Paraná por exemplo, de R$ 2,00 a R$ 3,00 por saca, em relação à safra nova. Porém, a partir de meados de fevereiro, já devemos ter um mercado único. Então, o produtor espera por um avanço melhor dos preços", afirma.
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