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Produção de soja em MT tende a ser a maior da série histórica

A safra 2021/22 de soja no Brasil já está com 51% de área plantada. O estado mais avançado é Mato Grosso, com 83,15% de espaço semeado até a última sexta-feira (29/10). Por lá, prevê-se que as lavouras da oleaginosa se estendam por 10,84 milhões de hectares, isto é, aumento de 3,59% em relação ao observado na safra 20/21. Os números são do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

No que se refere à produtividade, a estimativa se mantém em 57,52 sc/ha, diante dos bons volumes de chuvas que já se concretizaram até o momento e considerando as previsões otimistas para os meses de novembro, dezembro e janeiro no estado


Assim, a perspectiva do Instituto é de que os rendimentos possam ser favorecidos nesta temporada. No entanto, é importante pontuar que as previsões de chuvas acima da média dos últimos cinco anos para o início de 2022 levantam um ponto de atenção com relação à umidade no momento da colheita da soja.


Além disso, mesmo com os problemas em relação à logística mundial – escassez de containers e elevação do frete marítimo -, bem como as restrições nas exportações dos principais players ofertantes, os levantamentos do Imea apontam que mais de 95% das compras dos fertilizantes já tenham sido entregues nas propriedades mato-grossenses. Sendo assim, a oferta está garantida para a safra 2021/22.

A projeção é de que a produção final da oleaginosa no estado atinja o maior volume da série histórica: 37,41 milhões de toneladas de soja.


CRIADO EM 01/11/2021 ÀS 19H24 POR CANAL RURAL, COM AGÊNCIA SAFRAS - ATUALIZADO EM 01/11/2021 ÀS 20H45

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Brasil deve produzir, processar e exportar mais soja na safra 21/22
A safra 2021/2022 deve ser mais uma de recordes para a soja brasileira, segundo projeções do Rabobank, que espera mais área plantada, mais produção, mais esmagamento e mais exportações. A estimativa do banco é de 40 milhões de hectares plantados (alta de 3,3%), produção de 142 milhões de toneladas, processamento de 47,5 milhões e exportações de 88 milhões de toneladas.Segundo a analista Marcela Marini, especialista em grãos do banco holandês, o aumento expressivo da oferta de soja do Brasil e dos EUA, que devem colher a segunda melhor safra da história, não deve ser acompnhado pela demanda. Os preços, que chegaram a atingir US$ 16 por bushel neste ano, devem se manter, em média, entre US$ 12,55 e US$ 12,70/bushel ao longo de 2022. A projeção de importações pela China, maior comprador da soja brasileira, é de 101 milhões de toneladas, 3 milhões acima da safra 2020/2021, impulsionadas pela necessidade de mais grãos para a ração dos suínos, já que o rebanho segue sua rota de recomposição após os impactos da Peste Suína Africana (PSA). A estimativa do Rabobank é que a China eleve 5,3% o esmagamento de soja, para 98 milhões de toneladas na safra 2021/2022, com a ressalva de que o governo chinês passou a estimular um menor teor de proteína na ração.O clima é outro fator de atenção, segundo a especialista, já que, segundo a Agência de Meteorologia dos EUA (NOAA), há 87% de probabilidade de o fenômeno La Nina, que reduz a disponibilidade de chuvas, impactar a produtividade da soja brasileira, especialmente na região Sul, e também a da Argentina, que é o terceiro maior produtor do mundo.Milho e algodãoO milho, após alcançar preços recordes neste ano, de até US$ 8 por bushel, pela escassez, deve ter aumento de oferta em 2022. Os preços devem variar entre US$ 5,35 e US$ 5,50 por bushel na análise da especialista. A área plantada no Brasil deve atingir 20,8 milhões de hectares e a produção total é estimada em 116 milhões de toneladas, uma alta de 38 milhões em relação à safra 2020/21.O fator clima também pode impactar a produção de milho, caso o plantio ocorra fora da janela ideal. Com a dificuldades relatadas por produtores em relação à entrega de insumos, há o risco de redução do pacote tecnológico para o cereal de segunda safra, o que pode limitar a produtividade das lavouras.De acordo com a projeções do Rabobank, é um pequeno aumento no consumo interno, de 73 milhões para 74 milhões de toneladas. As exportações também devem crescer, de 37 milhões para 38 milhões de toneladas.No algodão, a aposta é de um aumento de 12,1% de área no Brasil, passando de 1,37 milhão de hectares para 1,54 milhão. A produção sobe 15%, de 2,35 milhões para 2,71 milhões de toneladas. O clima e a alta dos custos dos insumos podem reduzir a rentabilidade do algodão na nova safra. Além do Brasil, Estados Unidos e Paquistão também devem plantar mais em 2022. O consumo global segue em crescimento de 3% e deve chegar a 27 milhões de toneladas, nas estimativas do Rabobank.InsumosEm relação à oferta e demanda de insumos, o analista Bruno Fonseca avaliou que o agricultor brasileiro adquiriu, no ano passado, a maior parte dos fertilizantes e defensivos que precisa para a safra de verão 2021/2022. O risco maior é para o que vai ser semeado no início de 2022.Segundo ele, quatro fatores estão impactando no preço dos insumos. O primeiro é a crise energética da China, que afetou a produção de defensivos, em especial o glifosato. E o país ainda decidiu segurar a ureia para o mercado local. O segundo é a fixação de uma cota de exportação pela Rússia para atender o mercado interno. Entram na conta também as sanções que Estados Unidos e União Europeia à Bielorussia e o aumento global dos preços do gás.Em meio a este cenário, no Brasil, os fertilizantes nitrogenados, de janeiro a outubro, subiram mais de 162%; o fósforo, mais de 79%; e o potássio, mais de 216%. Fonseca cita que em novembro de 2020 eram necessárias 11,2 sacas de soja para aquisição de uma tonelada de fertilizante no Mato Grosso. Essa relação de troca passou para  23,6 sacas de soja no mês passado, um aumento de 110%.Pesa contra a agricultura o fato de importar cerca de 85% do fertilizante que consome e 70% dos defensivos. Apesar disso, Fonseca não acredita que faltarão insumos para as safras brasileiras. “Não haverá falta generalizada. Podem ocorrer problemas pontuais por gargalos logísticos, especialmente no caso do milho safrinha.”
Plantio da soja chega a 10% no Brasil, estima consultoria
Os produtores brasileiros de soja concluíram cerca de 10% do plantio da safra 2021/22 até quinta-feira, 7, contra 4% uma semana antes e 3% no mesmo período do ano passado, aponta o relatório divulgado nesta segunda-feira, 11, pela consultoria AgRural.Segundo o boletim, a semana passada registrou chuvas em boa parte do Brasil, que favoreceram o avanço das máquinas em regiões mais adiantadas e também o início dos trabalhos onde o produtor ainda esperava melhora da umidade para começar a semear a safra 2021/22 de soja.O ritmo foi puxado por Mato Grosso, que já supera a máxima de cinco anos, e pelo Paraná, e só não foi mais acelerado devido às chuvas ainda irregulares no primeiro estado e ao excesso de umidade no segundo.Mesmo com chuvas ainda aquém do ideal, também já há plantio na maioria dos outros estados produtores, uma vez que as pancadas recentes já dão condições de semeadura em diversas áreas, num cenário mais promissor do que o da safra passada.MilhoO plantio de milho verão 2021/22, por sua vez, chegou na quinta-feira (07) a 38% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil, ante 33% na semana precedente e 39% um ano atrás. O ritmo da semeadura perdeu força no Sul devido ao excesso de umidade, mas as lavouras se desenvolvem bem.Com algumas chuvas registradas na semana passada e melhora da umidade do solo, São Paulo e Minas Gerais começaram a colocar as plantadeiras em campo.CRIADO EM 11/10/2021 ÀS 9H51 POR CANAL RURAL - ATUALIZADO EM 11/10/2021 ÀS 9H51
Soja: Brasil pode chegar a 40 milhões de hectares plantados pela primeira vez
Os produtores estão vendo com otimismo este pontapé inicial para a semeadura da soja na safra 2021/22, marcado pela Abertura Nacional do Plantio da Soja – Safra 2021/22. Segundo Luiz Fernando Gutierrez , analista da Safras & Mercado, a perspectiva é de aumento de área no Brasil, que pode chegar a 40 milhões de hectares pela primeira vez – marca que atrai atenção internacional. “Neste final de setembro, Chicago começa a olhar com mais atenção para a safra brasileira, deixando de lado a colheita norte-americana que deve andar sem maiores problemas”, diz.Ainda de acordo com Gutierrez, Chicago não trabalha com perdas para o Brasil e está precificando o mercado entre US$ 12,50 a US$ 13,00 por bushel neste momento. “Para os próximos meses, Chicago não deve ter muita volatilidade”. Quanto ao câmbio, o especialista avisa que o ano eleitoral brasileiro pode trazer volatilidade, o que demanda ao produtor estar atento a esta questão cambial “porque pode ser um diferencial na hora de fechar os negócios”.Em relação a valores, o setor vem trabalhando com preço de safra nova entre R$ 150,00 em algumas regiões, com pequenas variações para cima ou para baixo. “São preços bem remuneradores, então acho que o produtor pode avançar na comercialização. Indicamos cerca de 30% de comercialização antes do plantio e 50% no momento da colheita”, avalia. “De forma geral, o produtor está bem avançado, com média de 26% de comercialização, mas pode progredir um pouco mais, sempre levando em conta essa volatilidade cambial”, completa.Com a previsão de aumento de área da soja, as lavouras com a oleaginosa deverão ter crescimento de 2,3% sobre o total semeado na safra 2020/2021, de 38,93 milhões.CRIADO EM 30/09/2021 ÀS 13H09 POR HENRIQUE OLIVEIRA E VICTOR FAVERIN, DE SÃO PAULO
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