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Rabobank prevê Dólar a R$ 3,80 no final do ano:

“Não antevemos grande apreciação do câmbio no curtíssimo prazo".


“Exceto por um cenário de forte deterioração adicional em fatores comerciais e geopolíticos, a economia brasileira deve permanecer no grupo de emergentes mais resilientes durante a tempestade. Devido a um número de fatores, esperamos que a taxa cambial volte para um nível em torno de 3,80/USD para o final deste ano e do próximo”. A projeção é do estudo AgroInfo Q3 2019, publicado essa semana pelo Rabobank.

A instituição financeira, especializada no agronegócio mundial, admite que se trata de uma estimativa que parece “bastante arriscada” no momento atual: “Não antevemos grande apreciação do câmbio no curtíssimo prazo. Contudo, vemos os fundamentos consistentes com uma erosão do prêmio a partir da segunda metade do 4T19 [quarto triestre de 2019]”.

De acordo com o Rabobank, fatores globais como a escalada da guerra comercial entre EUA/China, além do temor de uma recessão global e a crise na Argentina, levaram os ativos brasileiros a uma tendência negativa neste 2S19 [segundo semestre de 2019].

“Em nossa opinião, esse movimento de mercado contrasta com uma certa melhora no contexto doméstico, após a aprovação da reforma da previdência na Câmara dos Deputados (e contando com a expectativa de aprovação de um texto não muito ‘diluído’ no Senado em outubro)”, completa.

Segundo avaliação que consta também no estudo AgroInfo Q3 2019, os fundamentos de curto prazo (e.g. dólar mais forte frente às moedas globais, em particular o yuan chinês, preços de commodities mais baixos) em parte explicam o movimento de alta na taxa cambial no Brasil.

“Nossos modelos de taxa câmbio sugerem que fatores técnicos também podem ter tido sua parcela de contribuição. Isso significa que, apesar da baixa visibilidade atual, é possível que as incertezas globais tenham levado um aumento do prêmio de risco em alguns ativos brasileiros, especialmente no câmbio. Esta última, pode ter sido utilizada como ‘hedge’ para posições defensivas, tendo em vista piores expectativas para ativos de mercados emergentes em geral”, explica o banco.

“Desta maneira, nossos modelos de valor justo – que associam variações de curto prazo do câmbio ao movimento de variáveis relacionadas às condições financeiras globais, às perspectivas das contas externas brasileiras e outros fundamentos domésticos – ainda vem apontando para uma taxa de câmbio em torno de 3,85/USD”, acrescenta.

Pontos de Atenção, de acordo com o Rabobank:

• Vemos riscos em ambas as direções para a taxa de câmbio.

• Como risco altista, temos a possibilidade de uma desaceleração global mais intensa do que o esperado, uma escalada adicional nas tensões comerciais e geopolíticas entre EUA e China.

• Como potenciais riscos baixistas, uma postura mais expansionista que o esperado pelos principais bancos centrais (liderados pelo FED) e a novos avanços na pauta de reformas econômicas e fiscais no Brasil.

Confira mais publicações
Milho pode desbancar soja e se tornar cultura de maior produção em MT:
O até então ‘patinho feio’ da agricultura mato-grossense está prestes a se tornar a cultura de maior volume no Estado, na safra 2018/19.O milho segunda safra, movido pela dobradinha tecnologia aplicada ao campo e clima favorável deve bater a marca 32,26 milhões de toneladas e superar o volume de 32,50 milhões de toneladas colhidas da oleaginosa. Mesmo que não ultrapasse a soja, o cereal já encerra o ciclo com recordes históricos em produção, produtividade e área plantada.Os dados fazem parte do 6º Estimativa de Safra divulgada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e consolidam a pujança e importância da cultura para o arranjo agropecuário estadual, já que o milho surgiu como uma alternativa de cobertura de solo e renda até bem pouco tempo atrás e de repente passou a ser uma matéria-prima disputada por usinas de etanol e pelo mercado exterior.Até setembro, por exemplo, o cereal foi responsável por 20% de tudo que o Estado faturou com o comércio exterior (US$ 12,69 bilhões), acrescentando sozinho US$ 2,57 bilhões à pauta, um incremento anual de 55% em cifras.O Imea divulgou a sexta estimativa para a safra 2018/19 de milho em Mato Grosso, trazendo a consolidação da produtividade e atualização na área, alternado assim a produção prevista no Estado.“A expectativa é que a produção do milho mato-grossense para safra 2018/19 seja a maior produção do Estado ultrapassando à soja, ficando prevista em 32,26 milhões de toneladas, um incremento de 14,15% em relação ao que foi visto na safra 2017/18”, como apostam os analistas do Órgão.Conforme os dados da estimativa, a área recorde de milho em Mato Grosso totalizou 4,86 milhões de hectares, um incremento de 2,67% em relação à safra anterior, resultado do adiantamento nos trabalhos de campo em todo o período da semeadura e na espera da confirmação da área via sensoriamento remoto.“Nesse novo relatório, além do levantamento periódico foi realizado uma pesquisa com 554 produtores mato-grossense nesta estimativa. Assim, a produtividade média foi consolidada em 110,68 sc/ha, evidenciando um avanço de 11,18% em relação à safra passada. Tal incremento foi pautado, sobretudo, nos reportes de rendimentos mais elevados, ressaltados até a finalização da colheita, registrando assim as maiores produtividades que o observado em safras anteriores no mesmo período”, completam os analistas do Imea.EXPANSÃO - Algumas regiões do Estado exibiram aumento no rendimento em no comparativo com a estimativa anterior, com ênfase para as regiões sudeste e oeste, que apontaram as maiores médias locais, com 114,46 sc/ha e 116,16 sc/ha, respectivamente. A região nordeste se destacou no comparativo anual por safra ao exibir 25,28% de melhora nos rendimentos.Como pontuam os analistas, houve uma confluência de fatores positivos. “O incremento em produtividade se deve ao bom volume pluviométrico registrado durante todo o período de desenvolvimento, em conjunto com o fato de que maior parte da área de milho foi cultivada dentro da janela ideal de semeadura no Estado, favorecendo o desenvolvimento de grande parte das lavouras dentro do regime de chuvas”.NOVA SAFRA: Além da safra 2018/19, o Imea divulgou também a 1ª estimativa da safra 2019/20 de milho com previsões iniciais quanto à área cultivada e aos rendimentos no campo para o próximo ano agrícola. A perspectiva quanto à área é 2,36% maior em relação à safra 2018/19, ficando prevista em 4,97 milhões de hectares.“Essa expansão se deve ao crescimento na demanda pelo cereal, principalmente, pela instalação de novas usinas de etanol a base de milho, em conjunto, com a demanda internacional pelo grão”, explicam os analistas.Em relação aos rendimentos, são esperadas 105,9 sc/ha na média do Estado, ou seja, um decréscimo de 4,25% em relação à da safra 2018/19, que por sua vez, foi a maior já registrada pelo Instituto.“Há preocupação quanto à janela ideal de cultivo do cereal, visto que a semeadura de soja segue lentamente neste início. Apesar das incertezas quanto à safra de soja, a expectativa é que a produção do milho mato-grossense para safra 2019/20 alcance 31,62 milhões de toneladas”, o que confirmada, resultará em 640 mil toneladas a menos frente ao ciclo atual.
Soja tem o pior início de safra no País dos últimos seis anos:
Algumas pancadas de chuva registradas na semana passada deram mais ritmo ao plantio da safra 2019/20 de soja no Paraná e em Mato Grosso. Mesmo assim, o atraso em relação ao ano passado e à média de cinco anos continua, pois as precipitações seguem irregulares e muitas áreas desses e de outros estados ainda não contam com umidade suficiente para garantir segurança ao plantio e à germinação.Levantamento da consultoria AgRural mostra que, até quinta-feira (03), 3,1% da área estimada para o Brasil estava semeada, contra 0,9% uma semana antes e 9,5% no mesmo período do ano passado. É o começo mais lento desde a safra 2013/14, quando 2,7% da área brasileira estavam plantados no início de outubro.“Embora o início lento do plantio de soja preocupe os produtores e alimente especulações sobre uma janela mais estreita para a segunda safra, a melhora das chuvas esperada para o decorrer de outubro, aliada à capacidade de plantio muito rápido de grande parte dos produtores brasileiros, tende a minimizar o atraso observado neste início de temporada. Para isso, porém, as chuvas precisam ficar mais regulares o quanto antes”, apontam os analistas da consultoria.
Campanha Sou de Algodão ganha novo impulso:
A iniciativa da ABRAPA recebe todo o apoio da Tama Brasil, a empresa detentora da tecnologia para enfardamento do algodão.O Brasil está entre os cinco maiores produtores e exportadores de pluma, e é o maior fornecedor de algodão sustentável do mundo. Além disso, é campeão mundial em produtividade sem irrigação: mais de 90% das plantações dependem apenas da água da chuva para se desenvolver.A campanha Sou de Algodão, uma iniciativa da ABRAPA – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – visa incentivar o uso da fibra natural na moda e no bem-estar dos brasileiros, informando o público sobre os inúmeros benefícios do algodão em termos de durabilidade, conforto e sustentabilidade ambiental, social e econômica.O lançamento do movimento ocorreu durante o evento de moda SPFW – São Paulo Fashion Week – em outubro de 2016, surgindo como resposta da cadeia produtiva do algodão à crescente utilização de sintéticos na composição de tecidos para fabricação de peças de vestuário. O objetivo é conscientizar a indústria e os consumidores sobre a qualidade superior da matéria-prima produzida no Brasil.Sou de Algodão ganha reforço;A Tama, marca que embala o algodão brasileiro, é fabricante do RMW, produto desenvolvido especificamente para a colhedora de algodão da John Deere 7760 e CP 690.Este é o único produto no mercado que permite o enfardamento do algodão sem a necessidade de paradas durante a colheita, em uma perfeita interação com a colhedora, mantendo a integridade dos fardos expostos a condições climáticas e diminuindo os riscos de contaminação e desperdício do algodão. Foram 10 anos de desenvolvimento para chegar a um produto inovador, 100 % reciclável e que preserva a qualidade do algodão colhido no Brasil, indo ao encontro dos objetivos do movimento Sou de Algodão.
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