PETROVINA SEMENTES
Whatsapp
Menu
Sementes Petrovina

Blog

Setembro terá chuvas bem abaixo da média, adverte o Agroclima. Safra deverá atrasar

Com a finalização da colheita do milho safrinha e do algodão, muitos produtores já estão de olho na janela ideal para o plantio da safra verão 2020/2021, "mas as incertezas em relação ao clima devem ter a atenção do produtor", adverte João Castro, dr. em agronomia e meteorologista do Agroclima, serviço agrícola da Climatempo. (ver entrevista acima). 

Este destaque vale para os produtores da região Sul do Brasil, especialmente para os agricultores do Rio Grande do Sul que já tem a liberação do Zoneamento para o plantio do milho.

As previsões indicam um setembro com chuvas abaixo da média em boa parte da região Sul, com destaque para o estado do Paraná que -- em quase na sua totalidade territorial -- deve receber chuvas abaixo da média histórica para o mês. São esperados volumes de chuva de até 50 mm acumulados, o que representa um desvio médio de 100 mm no mês.

A expectativa sobre a confirmação da La Niña ou da condição de neutralidade exige cautela dos produtores e cuidados são necessários em relação à escolha da melhor data de plantio. 

No Rio Grande do Sul, produtores da Região Central e Norte devem receber chuvas consideradas próximas da normalidade em setembro, com acumulados na faixa dos 150 mm, enquanto na Serra Gaúcha e Catarinense são esperados 200 mm.

A preocupação fica com a Região da Campanha Gaúcha que deve receber volumes muito baixos, marcando um mês de setembro bastante seco, não passando de 50 mm acumulados.

Chuvas no centro-oeste somente a partir de 20 de outubro

Por outro lado, os produtores do Sudeste e Centro-Oeste que costumam realizar o plantio logo na primeira quinzena de outubro também devem ficar atentos. As previsões indicam que chuvas consistentes devem passar a ocorrer somente a partir do dia 20 de outubro, especialmente no Mato Grosso, marcando um outubro com chuvas irregulares.

De maneira geral o estado do Mato Grosso deve receber volumes interessantes de chuva, que possibilitarão que o plantio seja realizado ainda em outubro, mas chama a atenção os baixos volumes em algumas regiões como nas divisas com Goiás e Mato Grosso do Sul, onde os acumulados de setembro ficarão na casa dos 50 mm apenas.

Em Goiás, condição apropriada para o plantio somente no Sudoeste Goiano. Produtores da região de Jataí e Rio Verde contarão com bons volumes de chuva em outubro, que podem chegar até 150 mm de forma muito localizada.

O mesmo padrão é esperado para a região dos Chapadões no Mato Grosso do Sul, e também para a região de Ponta Porã. Mais ao sul, na região de Naviraí, a chuva acumulada pode passar dos 200 mm, mas de forma muito pontual.

Confira mais publicações
Dólar sobe com força ante real em meio a salto nos casos globais de Covid-19
O dólar começou a semana em alta acentuada contra o real, rondando o patamar de 5,45 reais em segunda-feira marcada pela aversão a risco global diante do salto em casos de coronavírus nas principais economias, enquanto temores domésticos sobre a saúde fiscal brasileira continuavam impulsionando a busca pela segurança da moeda norte-americana.Às 9:09, o dólar avançava 1,31%, a 5,4477 reais na venda, enquanto o principal contrato de dólar futuro ganhava 0,95%, a 5,444 reais.Na última sessão, na sexta-feira, a moeda norte-americana à vista registrou alta de 2,77%, a 5,3767 reais na venda, maior valorização diária desde 24 de junho.
Confira como estão os preços do milho
preços mantiveram a alta do dia anterior no RS".De acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, no Rio Grande do Sul, o mercado esteve parado essa semana com pedidas cada vez maiores, com negócios acontecendo ao redor de R$ 61,00 saca para outubro na Serra. A região central do estado está girando um pouco abaixo entre R$ 61,00 a 61,50/saca. “Os preços mantiveram a alta do dia anterior em R$ 66,00 em Ibirubá, mas recuaram 1 real/saca para R$ 63,00 em Vacaria. Nas demais praças do interior do estado os preços do milho no mercado de lotes disponível, mantiveram R$ 63,00 FOB em Carazinho, Cruz Alta e Erechim e subiram para R$ 63,00 em Ijuí. O preço de exportação subiu R$ 1,50 para R$ 60,50 no porto, para embarque em fevereiro 21. Mas, as fábricas reagiram e passaram a oferecer R$ 57,00 CIF para janeiro 2021”, comenta. Em Santa Catarina, os preços continuam a R$ 65,00/saca. “Sem muito milho disponível no estado, as fábricas de ração e indústrias de carne se abastecem cada vez mais com milho vindo do Mato Grosso do Sul. Os preços do milho local permaneceram a R$ 63,00no Alto Vale do Itajaí, recuaram R$ 1,00/saca para R$ 62,00 em Campos Novos e permaneceram a R$ 58,00 em Canoinhas e Chapecó. Em Concórdia e Joaçaba os preços mantiveram a alta do dia anterior a R$ 65,00. Em Mafra subiram R$ 0,50 para R$ 61,50/saca”, completa. No Paraná, o maior equilíbrio entre oferta e demanda mantém preços lucrativos para todos, mas em níveis menores.“Para 2021, o preço recuou mais 2 reais/saca para R$ 55,00/saca, para entrega em fevereiro e pagamento em março de 2021 nas fábricas da região de Ponta Grossa. Já no porto paranaense de Paranaguá o preço subiu 2 reais/saca R$ 59,00/saca para primeira quinzena de fevereiro de 2021, pagamento março de 2021”, conclui.
Falta de oferta de soja para janeiro preocupa
A atual a seca no Centro Oeste do Brasil vai empurrar o plantio de soja para frente, o que pode ocasionar falta de oferta da oleaginosa em janeiro, segundo o que afirmou a T&F Consultoria Agroeconômica. Além disso, soma-se o estoque reduzido nos Estados Unidos e também na Argentina. “Dia tenso para preços de soja: indústrias seguem querendo comprar, mas, há muito poucas ofertas, não apenas porque há pouca disponibilidade física, mas porque o agricultor, capitalizado, pede sempre preços maiores”, comenta a consultoria. No Rio Grande do Sul, os preços para outubro e novembro estão bastante distintos. “Para outubro no porto R$ 143,00, em Canoas R$ 145,00, em Ijuí R$ 143,00, em Cruz Alta R$ 143,00 e não teve preço em Passo Fundo. Para novembro não teve preço em Canoas e no Porto, mas em Ijuí valia R$ 146,00, em Cruz Alta R$ 147,00, em Passo Fundo R$ 148,00. Mas, as indústrias se queixam de que está difícil repassar estes preços elevadíssimos da soja para o farelo. Soja futura valeu R$ 129,00 entrega e pagamento em março, R$ 127,50 entrega abril/maio e pagamento maio e R$ 128,50 entrega e pagamento junho”, completa. No Paraná, preços também subiram entre 1 e 3 reais/saca para R$ 146,00. “No mercado de lotes, para entrega em setembro o preço avançou mais um real/saca para R$ 145,00/saca, em Ponta Grossa, mas, pagamento final de novembro. No interior dos Campos Gerais o preço também avançou 3 reais/saca para R$ 144,00, retirada outubro, pagamento em novembro. Para entrega em outubro e pagamento em janeiro o preço subiu novamente mais 3 reais/saca para R$ 146,00. Em Paranaguá a cotação do mercado disponível se manteve em R$ 145,00, entrega setembro, pagamento final de outubro”, informa. No Mato Grosso do Sul, dia de muitas vendas, preços atingindo R$ 147,00/saca. “No Mato Grosso do Sul esta sexta-feira foi um dia intenso de vendas: da safra 2019/20 foram negociadas cerca de 50.000 toneladas a preços ao redor de R$ 147,00 em Dourados; da safra 2020/21 foram negociadas 40.000 toneladas, a preços ao redor de R$ 113,00/saca FOB. Da safra 2021/22 foram negociadas 50.000 toneladas ao redor de R$102,00/saca”, conclui
VER MAIS

Fale conosco

Selecione um assunto
Opção 1
Opção 2
Opção 3
Opção 4
*Campos obrigatórios
Enviar
Logo Petrovina Original em Vetor

Trabalhe conosco

*Campos obrigatórios.
*Arquivos aceitos Word e PDF.
Anexar arquivo Anexar
Enviar
Logo Petrovina Original em Vetor
CotaçõesCotações
Dólar
Bolsa Chicago