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Soja cai forte com números do USDA:

EUA voltou a reduzir a projeção de demanda chinesa. No Brasil, os efeitos são limitados.


O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (12.08) baixa de 12,25 pontos no contrato de setembro/19, fechando em US$ 8,6675 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com desvalorizações entre 12,00 e 12,50 pontos.

Os principais contratos futuros tiveram uma sessão de forte queda de preços no mercado norte-americano de soja, após a divulgação do novo relatório de Oferta e Demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Por um lado, o USDA reduziu a produção esperada nos EUA para 100,1 milhões de toneladas (eram 104 MT em Julho), o que gerou quedas nos estoques finais da Safra 2019/20.

De acordo com a Consultoria ARC Mercosul, porém, o departamento voltou a reduzir a projeção de demanda chinesa:

“No Brasil os efeitos são limitados pela continuidade da Guerra Comercial EUA x CHINA, que segue concentrando a demanda asiática. Isso mantêm os prêmios aquecidos e compensa as quedas na CBOT, o que junto com o dólar em alta frente ao Real mantêm ofertas interessantes aos produtores brasileiros”.

“Neste segundo semestre, a disputa entre exportadores e a indústria local também será favorável aos preços. O que merece mais atenção são as vendas de soja para 2020, tendo em vista os elevados riscos ainda presentes, vindos principalmente da demanda depreciada pela Febre Suína Africana na China, os altos estoques americanos, o movimento cambial e uma possível mudança no longo prazo para o cenário da Guerra Comercial”, concluem os analistas da ARC Mercosul.

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Dólar só cai com mudança no cenário mundial:
Possibilidade de uma recessão econômica global aumenta procura por investimentos de segurança.De acordo com a Consultoria ARC Mercosul, a moeda brasileira ganhou um “novo capítulo” em sua história: “Desde o início do movimento de queda da taxa SELIC no Brasil, em meados de 2017, a tendência de valorização do Real se tornou um reflexo do movimento do Índice Dólar no exterior. Momentos políticos como eleições presidenciais, projetos de relevância econômica e leilões de estatais brasileiras até dispararam movimentos temporários de alta ou baixa na moeda”.Entretanto, explicam os analistas da ARC, a variação média do Dólar norte-americano frente a um conglomerado de outras moedas mostrou ser a principal variável de direcionamento do câmbio no Brasil. “O Índice Dólar mede a força da moeda frente ao Euro, Yen Japonês, Libra Esterlina, Dólar Canadense, Coroa Sueca e o Franco Suíço. O indicador serve como uma referência ao mercado internacional da força que o Dólar Americano possui frente as principais unidades monetárias no globo”, argumentam.“Não há dúvidas que a economia estadunidense vem em uma ascensão nos últimos anos, o que atrai a concentração de capital em Dólar Americano. Além do mais, a permanência da Guerra Comercial entre estadunidenses e chineses eleva a preocupação do mercado internacional frente a possibilidade de uma recessão econômica global, aumentando a procura por investimentos em ativos de segurança, como a moeda dos Estados Unidos”, afirma a ARC Mercosul.Segundo os analistas, apesar de bons resultados do atual Governo de Bolsonaro, o cenário externo é o fator de maior interferência na movimentação de nossa moeda. “Será necessária uma resolução concreta do conflito político entre Trump e Jinping para que incertezas sejam sanadas e que mercado emergentes voltem a se tornar boas fontes de investimento, e de segurança”, concluem.
“Novo salto” nos preços do milho:
Disparada ultrapassou o “patamar psicológico de R$ 45,00 e rumando para níveis maiores".A alta de 0,53% do dólar e de 0,54% da cotação de Chicago, nesta segunda-feira, que regulam as exportações, voltaram a impulsionar fortemente os preços do milho no Brasil. De acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, as empresas consumidoras de milho estão preocupadas com o seu abastecimento nos próximos 26 meses, no Brasil.Com isto, a média dos preços apurados pelo Cepea registrou fortíssima alta de 2,41%, para R$ 47,54, contra R$ 46,44/saca do dia anterior, na região de Campinas, principal fonte de referência do milho brasileiro. Essa disparada ultrapassou o “patamar psicológico de R$ 45,00 e rumando para níveis maiores a médio prazo”, aponta a T&F.Os preços oferecidos pela exportação, para vendedores distantes 600 km do porto, caíram para R$ 33,24 (36,96 do dia anterior) para dezembro, R$ 34,33 (38,10) e para março R$ 29,95 (33,42) para maio de 2020.FUNDAMENTOS;Ainda de acordo com a T&F, a colheita do milho está atrasada nos Estados Unidos, e isso está influenciando o mercado brasileiro:“O que tem a ver o milho dos EUA sobre os preços no Brasil? Tudo! É justamente devido à redução da safra americana que as exportações brasileiras estão tão ativas. A produção de milho nos EUA passou de 371,10 MT na safra 2017/18 para 366,29 MT na safra 2018/19 e para 347,01 MT na safra atual, de 2019/20, uma redução de aproximadamente 30 milhões de toneladas em 3 anos.“E neste ano a temporada não está favorável, porque está atrasada, como mostra a tabela oficial abaixo. A colheita está em 84%, contra 93% na mesma semana do ano passado e 96% da média dos últimos 5 anos. Não estranhe que os consumidores brasileiros estejam com receio das exportações e que elas ditem os preços internos do milho no Brasil”, concluem os analistas da T&F.
Produtores ainda não conseguem romper o ciclo de vida das moscas-brancas e altas infestações ameaçam a soja:
Quando o manejo contra esta praga não é realizado da maneira correta, a produtividade dos grãos sai “voando pelos ares”.Como combater a mosca-branca de vez? Esta é dúvida que está presente no dia a dia de agricultores aos produtores de animais do Brasil todo, principalmente dos profissionais envolvidos na cultura da soja. Quando o manejo contra esta praga não é realizado da maneira correta, a produtividade dos grãos sai “voando pelos ares”.“A mosca-branca suga a seiva e expele um líquido açucarado. Esses açúcares acabam caindo na folha do terço médio baixeiro da planta, e isso favorece o aparecimento de fungos oportunistas, do gênero Capnodium, que levam ao surgimento da fumagina”, explica Germison Tomquelski, pesquisador da Fundação Chapadão.A fumagina recobre as folhas de soja, impedindo a fotossíntese, o que leva a quedas de produtividade. “Este hoje é o grande problema com a mosca-branca no Brasil e pode levar as quebras que variam de 10% a 50%. O produtor ‘perdeu a mão’ e, consequentemente, vai perder na produtividade”, lamenta Tomquelski. Além destes danos diretos, a mosca-branca ainda prejudica as lavouras por meio da transmissão de viroses.“Ela leva 16 horas para se alimentar e transmitir o vírus, é muito rápido. E as plantas de soja hoje no Brasil estão muito suscetíveis a essa questão da virose. Então, existe um problema aí à vista que precisamos trabalhar mais intensivamente, para que os produtores brasileiros não sejam pegos de surpresa. É um problema mais novo e que deve ser trabalhado pela parte da pesquisa”, completa.Segundo o especialista, diversos inseticidas disponíveis hoje no mercado brasileiro apresentam controle somente sobre os adultos de moscas-brancas.“São utilizados neonicotinoides ou misturas de piretroides com neonicotinoides, para o controle de percevejos, e muitas vezes, subentende-se que está sendo feito um controle de mosca-branca, com esses tipos de produtos. Claro, existem produtos que têm uma ação maior sobre a praga, comparada a esses outros. Mas, desta forma, ainda não é possível quebrar o ciclo da praga, fazendo com que tenha sobras e em determinados momentos se acumulam e levado a altas infestações, e prejuízos”.Durante as altas infestações, produtores buscam soluções com agrônomos ou técnicos de campo para aprimorarem o manejo, mas neste momento pode ser tarde demais combater os prejuízos.“Com os altos índices de mosca-branca, fica difícil você controlar, assim presenciamos um dano às plantas de soja. Esses danos levam à queda de produtividade. Essas sobras são um grande problema, porque muitas vezes o produtor chega tarde para controlá-las e precisa de inseticidas que tenham uma boa ação-eficiência. Preconizamos da necessidade de fazer na hora certa, momento correto para atender às expectativas do produtor”, observa Tomquelski.Segundo ele e sua experiência em campo, os produtores de soja esperam por novos produtos com boa ação de controle da mosca-branca.“Soluções inovadoras protegem o investimento do produtor, que, na cultura da soja, não é baixo. Hoje os custos vêm aumentando, principalmente com adubo, insumos, operações, e o produtor precisa proteger seu investimento. Um novo inseticida com nova molécula viria de encontro com as necessidades do produtor para fazer essa proteção”, completa.IHARA lança no Brasil molécula inédita e exclusiva no combate às pragas .Há mais de 50 anos no mercado, a IHARA desenvolve soluções para proteção da agricultura brasileira, sendo hoje uma das principais plataformas do mercado nacional à inovação e qualidade das empresas internacionais de proteção de cultivos.Acompanhando as demandas do campo, a IHARA traz ao Brasil a molécula inseticida Dinotefuran, inédita e exclusiva no combate às principais pragas da agricultura. As pesquisas sobre a efetividade da molécula no controle de pragas foram iniciadas no Brasil na década de 1990.Desde então, sua alta e rápida eficiência no controle de sugadores, tanto de percevejos quanto de mosca-branca, já foi comprovada. Além disso, Dinotefuran possui solubilidade e sistemicidade superior aos demais grupos de moléculas semelhantes. Esta molécula exclusiva e inédita no Brasil já é utilizada nos Estados Unidos, Austrália, China, Indonésia e Japão.Para combater cigarrinhas, a força de Dinotefuran estará presente em Maxsan. O inseticida com poder de outro mundo no combate às pragas apresenta um novo patamar de produtividade às lavouras. Além de Maxsan, focado no combate de todas as fases da mosca-branca e também da cigarrinha, o portfólio dos produtos movidos a Dino completa-se com os lançamentos Zeus, que agrega superioridade no controle de percevejos; e Spirit SC, que tem como alvo as principais pragas do café, o bicho-mineiro, ferrugem e a cigarra do café.Para saber mais, acesse: www.protejaseucultivo.com.br/maxsan-soja.
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